Idem, versão motociclo
Embora a situação não seja tão gravosa como aquela que um veículo automóvel provoca, não deixa de ser curioso ver como o princípio do «estaciono no passeio porque não há parques!» se aplica, também, aos motociclos...
Boas colagens!
Hoje foram colocados quase 2,000 autocolantes no correio. Aos que nos escreveram, esperaram e desesperaram as nossas sinceras desculpas.
Não é fácil colocar milhares de autocolantes em envelopes, cortar, dobrar, colar...
Mas foi uma noite de verão de amena cavaqueira:
Não se esqueçam de contribuir e colaborar. A continuidade do projecto depende da vossa generosidade e boa memória:
Um grande obrigado a todos.
Passeio Livre
Não é fácil colocar milhares de autocolantes em envelopes, cortar, dobrar, colar...
Mas foi uma noite de verão de amena cavaqueira:
Não se esqueçam de contribuir e colaborar. A continuidade do projecto depende da vossa generosidade e boa memória:
Um grande obrigado a todos.
Passeio Livre
A malta do «Estamos a trabalhar!» e as madames das avenidas

Na realidade, e em termos estritamente de «Passeio Livre», só a foto de cima é que faria sentido afixar aqui: os rapazes do "estamos a trabalhar" (carrinha branca, em 1.º plano) acham que podem usar os passeios a seu bel-prazer - e parece que têm toda a razão, pois nunca são incomodados. No entanto, e de caminho, o fotógrafo acabou por apanhar uma outra cena característica - que não fica mal divulgar, pois documenta bem a utilização abusiva e impune das paragens da Carris, nomeadamente por pessoas que vão às suas comprinhas. Assim, as imagens completam-se, porque o que está em causa, no essencial, é a mais crassa incompetência (ou "deixa-andar") dos poderes públicos (autárquicos e governamentais) no combate à praga do estacionamento selvagem.NOTA: Será que o FMI já viu como as finanças públicas melhorariam se fossem postos no olho-da-rua (e com justíssima causa) os "ceguinhos" cujo ordenado os contribuintes são obrigados a pagar (acompanhados pela respectiva hierarquia, evidentemente)?
Para os que dizem que deixam espaço para os peões passar
Envio algumas imagens que mostram como o pavimento dos passeios no Largo das Palmeiras, e por baixo do viaduto da Rua de S. Sebastião da Pedreira, se apresenta com grandes buracos devido ao estacionamento selvagem.
Os passeios estão quase todo o ano com buracos graças aos automobilistas irresponsáveis que fazem dos canais pedonais seu campo de manobra.
Muito obrigado.
Atentamente,
SS
Atentamente,
SS
....e voltou a matéria prima!
Chegaram!
São 25.000 novos autocolantes, que já faziam falta, dado que os pedidos continuam a chegar, sinal que há ainda muita vontade de mudar o panorama do estacionamento em cima dos passeios.
Esta já é a 3ª emissão e desta vez voltámos ao desenho original do "gordo", que acabou por ser aquele que reuniu maior consenso. O original é sempre o original!
Agora que há autocolantes com fartura, toca a pedi-los e a combater este flagelo que é a invasão das latas/automóveis ao pouco espaço disponível para os peões.
São 25.000 novos autocolantes, que já faziam falta, dado que os pedidos continuam a chegar, sinal que há ainda muita vontade de mudar o panorama do estacionamento em cima dos passeios.
Esta já é a 3ª emissão e desta vez voltámos ao desenho original do "gordo", que acabou por ser aquele que reuniu maior consenso. O original é sempre o original!
Agora que há autocolantes com fartura, toca a pedi-los e a combater este flagelo que é a invasão das latas/automóveis ao pouco espaço disponível para os peões.
Lembramos que os autocolantes são de borla, embora as contribuições sejam sempre bem vindas, porque o financiamento deste projecto depende disso, e claro, do voluntarismo (e €€€) de um conjunto de pessoas que mantém este projecto a andar, mesmo que por vezes, com menos pujança que o desejável.
Boas colagens!
O Passeio Livre
Ai Lisboa, Lisboa... cada vez mais na mesma!
Uma grande parte dos passeios da freguesia da Sé não têm largura suficiente para a circulação pedonal (basta pensar na Travessa de Santo António da Sé com passeios de 20cm!); muitos outros, apesar da largura mínima para permitir a circulação dos peões, estão quase sempre indevidamente ocupados por carros e/ou caixotes do lixo - como podem ver pelas imagens da Rua da Padaria.
Como é possível atrair novos residentes, famílias jovens como a minha com bébés, se os passeios dos arruamentos são tratados assim? É um desespero descer/subir com um carrinho de bébé a Rua da Padaria! São caixotes do lixo, espelhos retrovisores a dificultar a passagem com carrinhos de bébé ou sacos de compras, são sacos de lixo, móveis abandonados, etc. Por onde devo circular? No meio da faixa de rodagem? E quando chegamos à Rua dos Bacalhoeiros é outra cruz! Não era suposto existir ali uma rua pedonal? Mas o que vemos? Passeios minusculos e estacionamento em segunda e até terceira fila!
Alguns dos arruamentos da Sé deviam ter apenas serventia pedonal. Noutros casos já se deviam ter suprimido lugares de estacionamento para criar passeios que cumprem com a largura mínima de lei.
Com os melhores cumprimentos,
MJ
Como é possível atrair novos residentes, famílias jovens como a minha com bébés, se os passeios dos arruamentos são tratados assim? É um desespero descer/subir com um carrinho de bébé a Rua da Padaria! São caixotes do lixo, espelhos retrovisores a dificultar a passagem com carrinhos de bébé ou sacos de compras, são sacos de lixo, móveis abandonados, etc. Por onde devo circular? No meio da faixa de rodagem? E quando chegamos à Rua dos Bacalhoeiros é outra cruz! Não era suposto existir ali uma rua pedonal? Mas o que vemos? Passeios minusculos e estacionamento em segunda e até terceira fila!
Alguns dos arruamentos da Sé deviam ter apenas serventia pedonal. Noutros casos já se deviam ter suprimido lugares de estacionamento para criar passeios que cumprem com a largura mínima de lei.
Com os melhores cumprimentos,
MJ
1 ano depois....
Há um ano, foi reportada aqui (mais) uma situação de estacionamento abusivo em cima do passeio.
Foi em Telheiras mesmo na rua da PSP e até a frota da polícia gostava do estacionamento em espinha em cima do passeio em vez usar o (mais que suficiente) espaço legal ao seu dispor.
Soubemos depois que passado 15 dias do nosso post, a situação estava resolvida porque um residente de Telheiras decidiu apresentar um reclamação via e-mail à PSP (comando geral) usando o nosso post como evidência.
Desde então nunca mais voltou a haver estacionamento em cima do passeio, segundo o mesmo residente.
O que era assim, hoje está assim:
Entretanto, há neste bairro, a 30 metros do local, situações que são completamente ignoradas pela mesma PSP, portanto conclui-se que só mesmo a ordem superior, em termos de comando, fez a diferença.
Passeio a passeio, vamos libertar as nossas cidades desta espécie invasora!
Foi em Telheiras mesmo na rua da PSP e até a frota da polícia gostava do estacionamento em espinha em cima do passeio em vez usar o (mais que suficiente) espaço legal ao seu dispor.
Soubemos depois que passado 15 dias do nosso post, a situação estava resolvida porque um residente de Telheiras decidiu apresentar um reclamação via e-mail à PSP (comando geral) usando o nosso post como evidência.
Desde então nunca mais voltou a haver estacionamento em cima do passeio, segundo o mesmo residente.
O que era assim, hoje está assim:
Entretanto, há neste bairro, a 30 metros do local, situações que são completamente ignoradas pela mesma PSP, portanto conclui-se que só mesmo a ordem superior, em termos de comando, fez a diferença.
Passeio a passeio, vamos libertar as nossas cidades desta espécie invasora!
Critérios e descritérios (Cont.)

Estas duas fotos foram tiradas uma a seguir à outra, na Av. da República, em Lisboa. O carro de cima foi alvo da atenção da SPARK (empresa "ao serviço da emel" - como diz o papelinho). Já os dois de baixo , em compensação, não preocuparam minimamente o funcionário da mesma empresa - que se vê a passar ao lado, como se nada fosse...Aveiro: Câmara põe população a colar selos nos carros mal estacionados
Os automobilistas prevaricadores vão ser brindados com autocolantes nos vidros dos seus carros. A campanha deverá arrancar nos próximos meses
A Câmara de Aveiro vai desafiar a população local a colar o chamado “Selo da Censura” nos carros mal estacionados. O objectivo é, “de forma cordata e cívica, censurar os automobilistas que estacionam em cima dos passeios ou impeçam a livre circulação dos peões, colocando um autocolante no vidro da porta do condutor”, explicou Élio Maia, líder do município.
A Câmara de Aveiro vai desafiar a população local a colar o chamado “Selo da Censura” nos carros mal estacionados. O objectivo é, “de forma cordata e cívica, censurar os automobilistas que estacionam em cima dos passeios ou impeçam a livre circulação dos peões, colocando um autocolante no vidro da porta do condutor”, explicou Élio Maia, líder do município.
Ainda sem um calendário completamente definido, a iniciativa deverá ser implementada nos próximos meses no âmbito do programa Active Access, que faz parte da “aposta do município nas condições que valorizem o peão e na reforma da vivência da cidade”.
Os carros bem estacionados, em contrapartida, receberão o “Selo de Urbanidade”, que funcionará como “prémio” e “reforço positivo” aos automobilistas cumpridores. Estes autocolantes proporcionarão descontos no comércio local ou o acesso a um sorteio de prémios, explicou o presidente da autarquia. A campanha será desenvolvida em colaboração com os comerciantes e incidirá especialmente em “períodos fortes” como o Natal, a Páscoa, o Verão, o S. Gonçalinho ou o Enterro do Ano.
Haverá, ainda, um terceiro tipo de dístico – o “Selo Chique é Andar a Pé” –, que será distribuído em colaboração com os serviços de Cultura da Câmara, Teatro Aveirense, Centro Cultural e de Congressos ou Associação Académica da Universidade de Aveiro. Esse selo procurará incentivar os cidadãos a fazerem os seus percursos a pé ao mesmo tempo que fará a divulgação de actividades culturais em agenda no concelho.
Sinalética própria
O Active Access, coordenado pelo arquitecto José Quintão, é um projecto que visa contribuir para que a população mude os seus maus hábitos na estrada e opte por uma “mobilidade mais suave, activa e sustentável”.
Sinalética própria
O Active Access, coordenado pelo arquitecto José Quintão, é um projecto que visa contribuir para que a população mude os seus maus hábitos na estrada e opte por uma “mobilidade mais suave, activa e sustentável”.
Será criado um portal na Internet com informações sobre este plano ou com mapas que os interessados poderão descarregar. Serão ainda distribuídos mapas com distâncias em minutos entre estabelecimentos comerciais, equipamentos e pontos de interesse paisagístico ou cultural. Outra iniciativa será a instalação de sinalética nas ruas que oriente os transeuntes, nomeadamente a partir dos parques de estacionamento ou das paragens de transporte público existentes no concelho.
Por outro lado, está a ser estudada a implementação de descontos nos parques de estacionamento para os clientes dos estabelecimentos comerciais aderentes e a elaboração de um cartaz de animação para “criar dinâmicas urbanas que atraiam fluxos pedonais ao espaço público”.
Diário de Aveiro, 28 de Fevereiro
http://www.diarioaveiro.pt/
Diário de Aveiro, 28 de Fevereiro
http://www.diarioaveiro.pt/
Outro caso de estacionamento para motociclos
Nos lugares de estacionamento reservado (a cargas e descargas, a praças de táxis, etc), os respectivos beneficiários pagam uma taxa para disporem desse espaço em seu proveito exclusivo. A Telepizza não deve ser excepção; mas, ao contrário do que a imagem possa fazer crer, os motociclos da empresa não estão ali pelo facto de os carros estarm a ocupar o respectivo espaço. O que se passa é, em certa medida, o oposto: os distribuidores, mesmo quando o estacionamento está totalmente vago, preferem usar o passeio (assim, andam menos 3 metros com as pizzas na mão!), e os carros, naturalmente, aproveitam... Sempre são 2 lugares de estacionamento gratuito, pois ali só seriam multados se a Telepizza se queixasse - o que, evidentemente, não sucede.
O dois-em-um
Este verdadeiro artista lisboeta conseguiu um perfeito «dois-em-um»: estacionar em cima do passeio e bem no meio de um local destinado a motociclos!
micro-passeios em Lisboa a 50 metros de um parque de estacionamento
R. da Cruz dos Poiais: Para que serve um "canal pedonal" destes? Com 30 cm, pontuado com sinais verticais de trânsito e entalado entre um edifício e estacionamento, nenhum ser humano pode usar este "passeio". O facto de se ter forçado este arruamento estreito, em bairro histórico, a ter lugares de estacionamento só prova o papel secundário que se atribuiu ao peão. Como se os condutores de veículos automóveis não fossem também eles peões! A cerca de 50 metros deste local existe um parque de estacionamento público (Largo de Jesus).
Amanhã Sábado: sessão “O governo da Rua” – MUDE Lisboa
Amanhã no MUDE:
Sessão “O governo da Rua” – Discussão do Plano de acessibilidade pedonal – CML
Aproveite e apareça para discutir a condição de peão em Lisboa - mostre o seu descontentamento com os carros sobre o passeios!
Sessão “O governo da Rua” – Discussão do Plano de acessibilidade pedonal – CML
Aproveite e apareça para discutir a condição de peão em Lisboa - mostre o seu descontentamento com os carros sobre o passeios!
Quando eles querem...
Talvez tenha sido pelo facto de a foto de cima ter sido divulgada em vários blogues, que sucedeu o que se vê na de baixo. Se a genica se mantiver, é de saudar!
Critérios e descritérios (Cont.)
«No seguimento do post intitulado "Critérios e Descritérios", junto duas fotos dos mesmos locais: junto aos nºs 8 e 9 da Av. João XXI, em Lisboa - um verdadeiro "local protegido", como se disse»
Critérios e descritérios
Um dos motivos para o descrédito da EMEL tem a ver com a arbitrariedade dos seus fiscais, que multam ou não multam a seu bel-prazer, ou obedecendo a misteriosos critérios - o que está bem documentado nesta cena, passada na Av. João XXI, pelas 16h do passado dia 11:Em último plano, vê-se uma carrinha da empresa que, depois de bloquear 3 carros, se deixou ficar por ali (por sinal, em 2ª fila...).
Por outro lado, o carro preto que se vê em primeiro plano esteve assim estacionado o tempo que quis e lhe apeteceu, acabando por se ir embora, calmamente (saindo pela passadeira de peões), sem ter sido minimamente incomodado.
Por outro lado, o carro preto que se vê em primeiro plano esteve assim estacionado o tempo que quis e lhe apeteceu, acabando por se ir embora, calmamente (saindo pela passadeira de peões), sem ter sido minimamente incomodado.
NOTA: Nesta zona da avenida (junto ao n.º 8), os carros acedem ao passeio porque os pilaretes que o podiam (e deviam) impedir foram ali "devidamente interrompidos", o que, "por acaso", também sucede do outro lado da rua.
.
.
Abuso e selvajaria em Guimarães
Caros Amigos,
Antes de mais, quero deixar o meu apreço pelo vosso contributo para a mobilidade.
Em Guimarães, como em todo o Portugal, o abuso e prepotencia dos automobilistas, aliados à inoperância e passividade das autoridades, é revoltante.
Se o é no dia a dia, nos dias de futebol atinge proporções dificeis de suportar, mas que as autoridades encaram como sendo uma fatalidade que não se pode combater.
Eu discordo, temos que combater a ditadura do automóvel. Não pode ser o número de carros que afluem a um dado local que dita que se pode estacionar em passeios e passadeiras impunemente.
Criar excepções às regras de transito é um convite aos automóveis para invadirem a cidade.
Seguem fotos dos abusos, e de um parque estacionamento com imensos lugares dsponiveis.
Cumprimentos
JC
O Pagode e a impunidade em Setúbal
Em Setúbal, na Rua Teotónio Banha, estaciona-se assim, em cima do passeio, como se pode ver nas fotos abaixo. Nas mesmas fotos, é possivel ver um parque de estacionamento com lugares disponiveis, mas os condutores preferem deixar os carros estacionados em cima do passeio, mesmo junto à entrada do referido parque. Do outro lado da estrada, na mesma rua, encontra-se um posto de comando da GNR, que nada faz para acabar com estes atropelos à lei. Por ultimo, junto uma última foto de um carro estacionado em cima de uma passadeira, ao qual lhe colei um autocolante.
Pedro C.
Pedro C.
Perigo no Castelo
No passado dia 3 de Janeiro, por volta das 10h da manhã, um veículo dos Bombeiros Voluntários de Lisboa (BVL) não conseguiu entrar no Bairro do Castelo devido ao estacionamento selvagem. Apenas uma hora depois foi possível ao veículo de emergência entrar pelo portão do Menino Deus. Mais tarde, por volta das 14h, ao regressar ao Castelo, o veículo dos BVL voltou a sofrer dificuldades de acesso exactamente no mesmo local. A zona afectada por este estacionamento caótico está dentro da área de gestão da empresa municipal EMEL, nomeadamente o Largo do Menino Deus. Conforme se pode verificar pelas imagens em anexo, os arruamentos de acesso ao Bairro do Castelo, via portão do Menino Deus, estão diariamente invadidos de viaturas estacionadas em locais proibidos. Não parece existir fiscalização por parte da EMEL. Tal como ficou provado, o acesso de veículos de emergência não está garantido. Na eventualidade de um incêndio ou outro sinistro, num dos imóveis em mau estado de conservação do bairro civil do Castelo, é muito provável que as consequências sejam trágicas. Não é aceitável que uma "Zona de Acesso Condicionado" falhe na garantia de acesso a viaturas de emergência. Face à gravidade do sucedido na 2ª feira, já foi solicitado ao Vereador Fernando Nunes da Silva a tomada de medidas urgentes. É a segurança dos cidadãos que está posta em causa.
FJ
FJ
via CIDADANIA LX by FJorge on 1/5/11
O 1-2-3 do caos
O Director da António Arroio gosta de dar o exemplo...
Recebemos este e-mail de um leitor que começa por citar um outro que o director da Escola Artística António Arroio enviou para todos os professores da escola:
> From: director@antonioarroio.com
> Date: Thu, 16 Dec 2010 08:22:23 +0000
> Subject: Aparcamento de viaturas
>
> Caros colegas,
>
> Como é do conhecimento de alguns de vós, ontem fomos novamente surpreendidos pela PSP que, numa atitude absolutamente inadmissível, deu em multar todas as viaturas que se encontravam junto ao recinto escolar do parque de monoblocos, não só junto ao passeio do lado de lá da rua, como já fizera recentemente, como também no passeio contíguo à vedação.
> No passado dia 22 de Outubro, na sequência de um pedido de vários colegas mobilizados pela Manuela Marques, enviei um ofício acompanhado de duas folhas com matrículas de automóveis e nomes de seus proprietários para a Câmara Municipal de Lisboa solicitando que nos deixassem estacionar nesta área e, inclusivamente, sobre os passeios. Nesse mesmo dia os serviços da CML acusaram a recepção do ofício informando que ele deu entrada com o número CML-68165-WS8S. Até hoje não obtivemos qualquer outra resposta.
> Na sua reunião de ontem, o Conselho Geral aprovou uma moção de protesto pelo sucedido. Hoje mesmo voltarei a oficiar a CML reclamando pela resposta ao ofício que tarda.
>
> Abraço.
> JP
O estacionamento em torno da mesma é do mais abusivo que há - com a agravante, devido às obras em curso, de os alunos terem aulas em dois locais distintos, e para se deslocarem entre eles, serem obrigados a andar na estrada, pois os passeios estão todos ocupados. Como se não bastasse, as estradas estão sujas com as lamas que os veículos das obras libertam, aumentando a situação de perigo.
Sei que a CML já respondeu, declinando o pedido, mas acho que eles vão voltar a fazer diligências no sentido de tentar a impunidade. É triste...
Esta é uma escola, onde os alunos tinham menos espaço no recinto da escola, para que os professores pudessem ter um estacionamento privativo e gratuito. Os campos de basket e volei foram desactivados, para o efeito. Não sei como ficará o espaço exterior da escola, depois das obras, mas não me surpreendo se ficar na mesma. A escola é muito bem servida por transportes públicos (fica entre a estação de Metro da Alameda e a das Olaias), para não falar em inúmeros autocarros que param lá perto.
A imagem seguinte foi retirada do Google Street View, e é anterior ao início das obras. Se já antes isto era assim, actualmente ambos os lados da rua estão completamente ocupados por automóveis, e os alunos são obrigados a andar no meio da estrada para se deslocarem aos contentores onde provisoriamente também têm aulas (ao fundo desta rua, do lado direito).

Um leitor
PS Ainda sobre o absurdo desta ocupação selvática em torno de estabelecimentos de ensino com a conivência e cumplicidade da direcção ver esta sequência de 7 postas no excelente blog A Nossa Terrinha sobre o que se passa em torno da Universidade de Coimbra.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
























