Uma manhã como outra qualquer nos Anjos.
Isto já é para lá de ilegal. É absurdo.
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PL
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2 exemplos
Caríssimos,
Envio-vos duas fotografias tiradas na mesma rua com uma hora de diferença, mais ou menos. Mesmo no centro de Lisboa, numa rua com estacionamento reservado apenas a residentes. Os traços estão bem delineados e visíveis, como se pode atestar em ambas as fotografias.
A Foto 23 mostra um carro que, fora do espaço para delimitado para estacionar, decidiu pôr duas rodas em cima do passeio e cortá-lo a meio. Não percebi porque raio é que alguma cabecinha haveria de lembrar-se de tal coisa... Não me ocorre qualquer motivo, por mais que puxe pela cabeça.
A Foto 24 mostra a mesma rua, já sem o carro anterior e com imenso espaço de estacionamento livre, mas curiosamente os condutores insistem em estacionar do lado em que é proibido, ocupando a totalidade desse passeio (esquerdo) e parte da única faixa de rodagem. É visível o espaço para pelo menos dois carros do lado direito, com os lugares de estacionamento delimitados à espera de quem queira ali estacionar.
Não deve ser nada fácil a tarefa do condutor do camião de recolha de lixo, que tem que passar em meia faixa de rodagem...
Bom, deixo-vos com mais estes bons exemplos de estacionamento à portuguesa.
Cumprimentos
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Envio-vos duas fotografias tiradas na mesma rua com uma hora de diferença, mais ou menos. Mesmo no centro de Lisboa, numa rua com estacionamento reservado apenas a residentes. Os traços estão bem delineados e visíveis, como se pode atestar em ambas as fotografias.
A Foto 23 mostra um carro que, fora do espaço para delimitado para estacionar, decidiu pôr duas rodas em cima do passeio e cortá-lo a meio. Não percebi porque raio é que alguma cabecinha haveria de lembrar-se de tal coisa... Não me ocorre qualquer motivo, por mais que puxe pela cabeça.
A Foto 24 mostra a mesma rua, já sem o carro anterior e com imenso espaço de estacionamento livre, mas curiosamente os condutores insistem em estacionar do lado em que é proibido, ocupando a totalidade desse passeio (esquerdo) e parte da única faixa de rodagem. É visível o espaço para pelo menos dois carros do lado direito, com os lugares de estacionamento delimitados à espera de quem queira ali estacionar.
Não deve ser nada fácil a tarefa do condutor do camião de recolha de lixo, que tem que passar em meia faixa de rodagem...
Bom, deixo-vos com mais estes bons exemplos de estacionamento à portuguesa.
Cumprimentos
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Como é que aqui chegámos??? Atropelamento dentro de uma escola!!!
O Público noticiou "Duas crianças atropeladas no interior da escola" em Oeiras.
"Duas crianças foram atropeladas, nesta terça-feira de manhã, no interior da escola de S. Bruno, concelho de Oeiras. O acidente ocorreu por volta das nove da manhã, no pátio daquele estabelecimento de ensino, localizado em Paço de Arcos, quando uma carrinha de abastecimento do refeitório atropelou as duas crianças."
Como é possível?
Será que a invasão dos automóveis poderá ir mais além do que isto?
Provavelmente vamos assistir a uma justificação que insinue que as crianças estavam onde não deviam etc... Será que "Atropelamento" + "interior da escola" vai fazer soar a campaínha??
Ainda hoje, depois de deixar a minha filha na escola, assisti a vários automobilistas acelerar nas imediações e não dar passagem a peões e pensei: Devia haver uma alteração ao Código da Estrada que obrigasse a que todas as passagens de peões num raio de 500/1000mts de escolas fossem sobreelevadas para obrigar ao abrandamento de tráfego.
Os condutores não percebem que são crianças (como os seus filhos, sobrinhos) que circulam naquelas ruas e que a probabilidade de haver uma distracção de uma criança é bem maior do que no caso de um adulto.... porque o adulto em Portugal sabe que não é por estar numa passadeira que está mais seguro.
Passeios Livres??? Nem as escolas estão livres... Temos um grande caminho a percorrer, de facto.
PS: Além da ocupação dos passeios, também as manobras que se fazem para lá chegar e depois sair são bastante perigosas, que poderá ter sido o que aconteceu nesta situação.
"Duas crianças foram atropeladas, nesta terça-feira de manhã, no interior da escola de S. Bruno, concelho de Oeiras. O acidente ocorreu por volta das nove da manhã, no pátio daquele estabelecimento de ensino, localizado em Paço de Arcos, quando uma carrinha de abastecimento do refeitório atropelou as duas crianças."
Como é possível?
Será que a invasão dos automóveis poderá ir mais além do que isto?
Provavelmente vamos assistir a uma justificação que insinue que as crianças estavam onde não deviam etc... Será que "Atropelamento" + "interior da escola" vai fazer soar a campaínha??
Ainda hoje, depois de deixar a minha filha na escola, assisti a vários automobilistas acelerar nas imediações e não dar passagem a peões e pensei: Devia haver uma alteração ao Código da Estrada que obrigasse a que todas as passagens de peões num raio de 500/1000mts de escolas fossem sobreelevadas para obrigar ao abrandamento de tráfego.
Os condutores não percebem que são crianças (como os seus filhos, sobrinhos) que circulam naquelas ruas e que a probabilidade de haver uma distracção de uma criança é bem maior do que no caso de um adulto.... porque o adulto em Portugal sabe que não é por estar numa passadeira que está mais seguro.
Passeios Livres??? Nem as escolas estão livres... Temos um grande caminho a percorrer, de facto.
PS: Além da ocupação dos passeios, também as manobras que se fazem para lá chegar e depois sair são bastante perigosas, que poderá ter sido o que aconteceu nesta situação.
É tão banal circular/estacionar em cima dos passeios que...
... dá nisto!
Condutora quase entra de carro no metro do Porto
Os portuenses que passavam junto à entrada da estação do metro do Heroísmo, no Porto, não ganharam para o susto esta manhã quando viram um carro quase descer a escadaria de acesso.
A viatura, de marca Mercedes, ainda desceu dois degraus antes de se imobilizar.
Segundo o Jornal de Notícias, o automóvel era conduzido por uma mulher de 57 anos que terá confundido a entrada do metro com o acesso a um parque de estacionamento.
O incidente não provocou danos de maior nem quaisquer ferimentos. O automóvel foi retirado do local com o auxílio de um reboque.
Esta notícia retrata muito bem o estado ao que chegou a invasão à zonas pedonais. O que teria feito tal condutora para chegar até ali? Subido um ou outro lancil de passeio? Afastado um ou outro peão? Vale tudo, só que aqui as escadas evitaram o pior... O que seria se o carro tivesse avançado mais um metro? Talvez lá fosse parar a baixo, com resultados bem mais graves, para os peões claro!
O que terá acontecido a esta condutora?
"Coitada, ia distraída, não teve a culpa", deve ter sido a reacção da polícia.
PSP de Telheiras, outra vez em destaque e não por boas razões!
A PSP de Telheiras volta a ser alvo de queixas.
Desta vez, o (ainda mais) insólito aconteceu. Um carro-sucata foi plantado no meio de uma praceta pedonal!!
Alguém teve um acidente com o seu automóvel e o mesmo ficou completamente inutilizado, quiçá para sempre. Onde deixar o carro acidentado? "No passeio que foi transformado junto à minha casa!".
Já lá vão duas semanas, várias queixas à PSP, que fica a 500mts do local e a resposta foi a típica "Vou mandar passar lá o carro!" Mentira, claro!
Trata-se de uma situação grave, pois além do estacionamento de sucata, os vidros partidos e a chapa cortada e retorcida são um perigo, sobretudo para as crianças que são naturalmente curiosas e se aproximam para ver melhor.
Este largo, com campo de basket tem sido conquistado pelos automobilistas-moradores, que vêem nele um estacionamento desafogado.
Acontece que este largo é por vezes frequentado por crianças (não é mais por causa dos carros, claro!) e o acesso dos automóveis e as manobras de estacionamento põem em perigo quem ali passa, brinca ou joga à bola, como é óbvio.
A PSP de Telheiras tem-se mostrado completamente ineficaz na defesa dos direitos dos peões. Trata-se de uma zona bastante acima da média, com boas condições para a circulação pedonal, mas ali, como noutros bairros, a impunidade é total.
Automóveis em cima de passadeiras, circulação e estacionamento em zonas pedonais, etc, etc, etc.
Não se vê a presença da PSP nas ruas e quando passam é de carro, ignorando completamente o que está à vista de todos. Seguem alguns exemplos (podiam ser muito mais).
[Enviado por um leitor]
Desta vez, o (ainda mais) insólito aconteceu. Um carro-sucata foi plantado no meio de uma praceta pedonal!!
Alguém teve um acidente com o seu automóvel e o mesmo ficou completamente inutilizado, quiçá para sempre. Onde deixar o carro acidentado? "No passeio que foi transformado junto à minha casa!".
Já lá vão duas semanas, várias queixas à PSP, que fica a 500mts do local e a resposta foi a típica "Vou mandar passar lá o carro!" Mentira, claro!
Trata-se de uma situação grave, pois além do estacionamento de sucata, os vidros partidos e a chapa cortada e retorcida são um perigo, sobretudo para as crianças que são naturalmente curiosas e se aproximam para ver melhor.
Este largo, com campo de basket tem sido conquistado pelos automobilistas-moradores, que vêem nele um estacionamento desafogado.
Acontece que este largo é por vezes frequentado por crianças (não é mais por causa dos carros, claro!) e o acesso dos automóveis e as manobras de estacionamento põem em perigo quem ali passa, brinca ou joga à bola, como é óbvio.
[crianças a jogar à bola]
A PSP de Telheiras tem-se mostrado completamente ineficaz na defesa dos direitos dos peões. Trata-se de uma zona bastante acima da média, com boas condições para a circulação pedonal, mas ali, como noutros bairros, a impunidade é total.
Automóveis em cima de passadeiras, circulação e estacionamento em zonas pedonais, etc, etc, etc.
Não se vê a presença da PSP nas ruas e quando passam é de carro, ignorando completamente o que está à vista de todos. Seguem alguns exemplos (podiam ser muito mais).
[camião TIR em cima do passeio, na rua principal]
[Estacionamento e circulação na rua da Biblioteca, rua pedonal]
[Passadeira na rua principal, sempre tapada com automóveis - o carro da PSP tinha acabado de passar]
[circulação por dentro do parque junto ao Metro, zona pedonal]
A PSP de Telheiras é uma vergonha e é só mais um exemplo do país de 3º mundo que somos.[Enviado por um leitor]
''Autoestrada'' para automóveis, 80 cm para os peões
«Como é possível verificar através de posts anteriores, não são só os automobilistas que põe em causa os direitos dos peões.
Os ataques vêm também de onde (menos) se espera. São muitas vezes prepertados pelas pessoas que projectam as nossas cidades.
Estas imagens reportam um final de tarde na Avenida de Berna (Ou será Autoestrada de Berna?). São asseguradas três vias de circulação em cada um dos sentidos, mais duas filas para estacionamento. Um claro convite para que se traga o automóvel para o centro da cidade. Mas neste troço onde se encontram as duas paragens de autocarro, para que os peões transitem, restam apenas 80 cm de distância entre as paragens e o muro da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
A FCSH/UNL, que poderia exercer alguma pressão junto das autoridades competentes para que a situação seja corrigida, até à data nada fez. Toda a direcção, o corpo docente, e alguns dos alunos de 2º e 3º ciclos têm direito a lugares de estacionamento gratuitos, não obstante a quantidade e qualidade dos transportes públicos que dão acesso a esta zona. São assim impedidos de pensar e agir sob a perspectiva de peão. Mais uma instituição pública que almeja conter em si uma grande quantidade de conhecimento, mas que continua a celebrar o carro no centro da cidade.
A solução obviamente não poderá passar por retirar as paragens, prejudicando aqueles que tomam a opção certa de utilizar o transporte colectivo, passa sim, por retirar espaço aos automóveis.»



Contribuição de um leitor,
Os ataques vêm também de onde (menos) se espera. São muitas vezes prepertados pelas pessoas que projectam as nossas cidades.
Estas imagens reportam um final de tarde na Avenida de Berna (Ou será Autoestrada de Berna?). São asseguradas três vias de circulação em cada um dos sentidos, mais duas filas para estacionamento. Um claro convite para que se traga o automóvel para o centro da cidade. Mas neste troço onde se encontram as duas paragens de autocarro, para que os peões transitem, restam apenas 80 cm de distância entre as paragens e o muro da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
A FCSH/UNL, que poderia exercer alguma pressão junto das autoridades competentes para que a situação seja corrigida, até à data nada fez. Toda a direcção, o corpo docente, e alguns dos alunos de 2º e 3º ciclos têm direito a lugares de estacionamento gratuitos, não obstante a quantidade e qualidade dos transportes públicos que dão acesso a esta zona. São assim impedidos de pensar e agir sob a perspectiva de peão. Mais uma instituição pública que almeja conter em si uma grande quantidade de conhecimento, mas que continua a celebrar o carro no centro da cidade.
A solução obviamente não poderá passar por retirar as paragens, prejudicando aqueles que tomam a opção certa de utilizar o transporte colectivo, passa sim, por retirar espaço aos automóveis.»



Contribuição de um leitor,
Ou não!
«...referido sinal foi aprovado por decreto regulamentar;
Segundo a Constituição, os decretos regulamentares não são actos legislativos, mas sim «regulamentos administrativos», logo estão subordinados aos actos legislativos (leis, decretos-leis e decretos-legislativos-regionais);
O estacionamento em cima do passeio é proibido pelo Código da Estrada, sem excepções;
O Código da Estrada é um acto legislativo (aprovado por lei), logo é hierarquicamente superior aos regulamentos;
Assim, quer o regulamento que aprova o referido sinal, quer o acto administrativo que define quais as zonas em que se pode estacionar em cima dos passeios, são ilegais, por violação de lei.
Mesmo que, hipoteticamente, estacionar em cima dos passeios fosse aprovado por acto legislativo, tal não legitimava o acto, pois a lei não se basta com a vontade do legislador, tem de estar conforme com o «pacto social» e julgo que ninguém prescindiu da sua soberania em favor do Estado para se fazerem coisas destas.»
Segundo a Constituição, os decretos regulamentares não são actos legislativos, mas sim «regulamentos administrativos», logo estão subordinados aos actos legislativos (leis, decretos-leis e decretos-legislativos-regionais);
O estacionamento em cima do passeio é proibido pelo Código da Estrada, sem excepções;
O Código da Estrada é um acto legislativo (aprovado por lei), logo é hierarquicamente superior aos regulamentos;
Assim, quer o regulamento que aprova o referido sinal, quer o acto administrativo que define quais as zonas em que se pode estacionar em cima dos passeios, são ilegais, por violação de lei.
Mesmo que, hipoteticamente, estacionar em cima dos passeios fosse aprovado por acto legislativo, tal não legitimava o acto, pois a lei não se basta com a vontade do legislador, tem de estar conforme com o «pacto social» e julgo que ninguém prescindiu da sua soberania em favor do Estado para se fazerem coisas destas.»
E é legal!
A Rua Guilhermina Sugia (que vai do Apeadeiro do Areeiro à Av. dos EUA) é muito especial, como se vê:
De ambos os lados (e, praticamente, em todo o seu comprimento), o estacionamento em cima do passeio (desde que seja só com duas rodas e em espinha...) é permitido! Ou seja: na melhor das hipóteses, só o carrinho da penúltima foto poderia ser multado. Bem... e os que estão a seguir ao anedótico sinal de «paragem proibida excepto Carris» - se calhar - também!
Está tudo doido, não está?!
E 'tá legal!





Sendo este blogue dedicado à luta contra o uso abusivo dos passeios (nomeadamente, por parte dos automóveis), refere-se também, com frequência, a consequente destruição dos respectivos empedrados.
Pois bem; o que aqui se mostra é uma situação - no mínimo... - curiosa: o estacionamento neste passeio (na Alameda D. Afonso Henriques) não só é legal, como é pago... A imagem de cima até mostra os risquinhos delimitadores, enquanto na penúltima se pode ver o respectivo parquímetro.
Tudo isso a dois passos de um parque de estacionamento subterrâneo com 5 pisos, dos quais o 5.º até está encerrado - por motivos evidentes.
NOTA: a foto de baixo também vem a propósito da duvidosa legalidade da placa branca que "autoriza" o estacionamento em cima do passeio.
NOTA: a foto de baixo também vem a propósito da duvidosa legalidade da placa branca que "autoriza" o estacionamento em cima do passeio.
Estacionamento ilegal autorizado
«Boa tarde,
situações destas nunca presenciei em nenhum país europeu que visitei, e já foram muitos. Como é possível a própria autarquia disponibilizar de uma forma ilegal, lugares de estacionamento, inventando sinais que legalizam aquilo que é ilegal? Por mais sinais que inventem, o óbvio está lá: eles contradizem e desrespeitam a lei. Vergonhoso. Volto a dizer: nunca vi isto em lado nenhum. Provavelmente no Burkina Farso ou Etiópia, mas aqui??? Ou estaremos ao nível deles? Em falta de civismo, tenho a certeza que estamos.»
Contribuição de um leitor
situações destas nunca presenciei em nenhum país europeu que visitei, e já foram muitos. Como é possível a própria autarquia disponibilizar de uma forma ilegal, lugares de estacionamento, inventando sinais que legalizam aquilo que é ilegal? Por mais sinais que inventem, o óbvio está lá: eles contradizem e desrespeitam a lei. Vergonhoso. Volto a dizer: nunca vi isto em lado nenhum. Provavelmente no Burkina Farso ou Etiópia, mas aqui??? Ou estaremos ao nível deles? Em falta de civismo, tenho a certeza que estamos.»
Contribuição de um leitor
Se podia estacionar legalmente? Podia, mas não era a mesma PSP/coisa!
Ora ai está a autoridade a dar, mais uma vez, o exemplo.
Em Telheiras, a PSP não gosta do estacionamento paralelo à via.
Gosta mais do estacionamento em espinha!
E claro, o cidadão comum, segue o exemplo.
Reparem no espaço deixado do lado da via e do espaço não deixado em cima do passeio. Por ser de noite não se nota, mas atrás dos carros é relva e já tem a marca da passagem dos peões (1ª foto).
Agora percebo porque a PSP de Telheiras não responde às chamadas quando há denúncias de estacionamento abusivo...
Não têm moral para lá ir, claro!
A 10 metros deste local há lugares com fartura, mas se a PSP faz assim...
Toma lá, dá cá!
Em 2007 e 2008 houve uma reconversão urbanística da praia de Santa Cruz em que se criaram zonas pedonais, alargaram-se passeios, revitalizou-se o centro e criaram-se dois parques de terra batida, um com 700 lugares e outro com 500.
Em 2009 são colocados estes pilaretes de forma rídicula para 'ganhar' mais 5 lugares de estacionamento. Note-se que o parque de 700 lugares fica a 200 metros do local.
Ao indagar um agente da GNR sobre se era legal estacionar ali ou não, respondeu-me o que eu já previa. Não é, pois para ser, só com marcação ou sinalização devida. Mas acrescenta:
"-São politiquices, sabe?"
Um exemplo do rídiculo a que chegou a forma de se fazer o ordenamento do território... mas será que alguém ganha votos com isto??
Um leitor do Oeste.
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