Mostrar mensagens com a etiqueta impunidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta impunidade. Mostrar todas as mensagens

O "dois-em-um"

Av.do Brasil - 26 Out 11
Os tocos de árvores e os carros estacionados nos passeios são, como se sabe, dois ex-libris desta cidade que dá pelo nome de Lisboa. Nesse aspecto, esta imagem é um bom «2-em-1», com a vantagem de se situar numa das entradas do burgo - mostrando, assim, ao visitante o que o espera...

O exemplo da autoridade

Por favor denunciem este escândalo. Os passeios em frente da Polícia Judiciária em Lisboa foram "reservados" para estacionamento privado dos elementos da mesma. Chegaram ao cúmulo de colocar grades e fitas com identificação da PJ para dissuadir o comum cidadão de fazer o mesmo. Esta situação dura há anos, nem sequer é uma situação temporária, como se isso justificasse esta barbaridade.
É revoltante assistir ao facto de que a própria autoridade desrespeita a lei desta forma tão escancarada e pior ainda é a cumplicidade usual da autarquia.
Tendo em conta que existe um estacionamento da EMEL na mesma rua e um subterrâneo a menos de 100 metros, demonstra ainda mais a falta de respeito, competência e idoneidade de quem deveria fazer respeitar a lei.

Esta é uma situação que não se veria noutro país Europeu e espero que seja denunciada. Vergonhoso!












Contribuição enviada por e-mail

COMPANHEIRISMO

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA & CEMUSA, SA
«Bom dia,
Tive oportunidade de assistir a um exemplo do "esforço" que a PSP emprega em relação ao estacionamento ilegal. É apenas um no meio de centenas, desde virarem-me as costas quando pergunto porque não multam, a continuarem a ler o seu jornal, a apelidarem-me de paranóico e a ultimamente a chamarem-me indirectamente de mentiroso quando confrontados com queixas relativamente a agentes.
Por isso, envio (volto a dizer, um exemplo num mar deles) a foto de uma amena cavaqueira, enquanto um carro estava estacionado em frente da entrada do Metro do Cais do Sodré. É verdade! Estava a trabalhar numa missão muito importante de lavar os quiosques, algo que invalida imediatamente o Código da Estrada.
CAV»
Enviado por email,

«O que é que colou no carro?»

«Tenho os meus autocolantes há mais de um ano, ainda não os acabei, ando sempre com eles mas sou muito criteriosa a colocá-los. Se um carro estiver em cima do passeio, mas deixar espaço de sobra para qualquer um passar não colo o autocolante.
Hoje estava a ir do metro das laranjeiras para casa da minha mãe (ia ter com o meu pai e acompanhá-lo a uma consulta de pneumologia no Hospital de Santa Maria), pela estrada da luz e naquela zona há muita gente a estacionar no passeio, mas deixam sempre espaço suficiente e eu não costumo colar nenhum autocolante. Hoje estava um carro no passeio e apenas deixava 20cm de passagem, colei o autocolante e prossegui o meu caminho. O dono estava ao lado do carro, viu, e berrou-me autoritariamente "O que é que colou no carro? Tire imediatamente ou vou chamar a polícia." Parei e respondi calmamente "Não tiro, faça o favor de chamar, pode ser que o multem por ter o carro em cima do passeio." E comecei a explicar o porquê do autocolante. Ele furioso, interrompeu a chamada que se estava a preparar para fazer, agarrou-me por um braço e levou-me à força para frente da porta do carro, onde estava o autocolante, e continuou a insistir para eu tirar o autocolante enquanto mantinha o meu braço apertado.
Faço aqui uma pausa, para explicar que sou rapariga, tenho 1.59 e peso 48kg, sou pequenina e não tenho muita força.
Comecei a ficar aflita e a temer pela minha segurança e tentei desenvencilhar-me dele. Estava de tal forma assustada que ainda pensei em começar a berrar ou tentar bater-lhe, mas a ausência de gente e a proximidade com a estrada onde passavam carros bastante rápido, demoveu-me.
Por esta altura ele, com a outra mão, já tinha começado a tirar o autocolante do carro, que como tinha sido acabado de pôr, saía facilmente (para aqueles que se estão a regozijar com este relato, fiquem a saber que mesmo com mais tempo, com um pouco de álcool também sai facilmente) e colou-me o autocolante no cabelo, ao mesmo tempo que continuava a dominar-me pelo braço.
Contente com o autocolante ter saído, deve ter decidido que era suficiente e largou-me, insultando-me com palavrões, sempre a berrar e sem ouvir uma única palavra que eu tivesse a dizer (porque por incrível que pareça eu continuava a tentar explicar a razão pela qual eu tinha colado o autocolante).
Mas a verdade era que falava por nervosismo e ansiedade e tive medo. E assim que me largou, fui-me embora. E fui para casa, porque tinha de levar o meu pai à consulta que tinha marcada e acabei por não fazer queixa. Mas tenho a matrícula do carro.
Ainda estou a digerir isto tudo e não sei bem o que hei-de fazer. »
Ana Brütt, Lisboa 3 de Junho de 2011 22:03

SURREALISMO LUSITANO

«Boa tarde,

Venho por este retratar uma situação que eu acho ridícula, mas acontece, e mostra bem que há quem acredite que tem direitos divinos para estacionar no passeio:
O carro que se vê na foto, estaciona sempre ali, em cima do passeio, à porta de casa, quando confrontado com a situação, ele respondeu: "é que posso ter que sair de ugência", a maneira do carro estar estacionado dá para tudo menos para uma saída rápida, está sempre com a traseira para a depressão no passeio, depressão essa que dá acesso à garagem do prédio mas se calhar ter que tirar o carro da garagem dá muito trabalho.
Um dia, houve outra pessoa que estacionou no seu lugar habitual, então para que isso não voltasse acontecer, decidiu pintar com tinta branca o seu lugar predilecto, em cima do passeio, claro que, meteu as letrinhas "urg" no canto, para que todos soubessem que o lugar é para ele, o que pode ter que sair de urgência, bom isto já dura há mais de 3 anos e o condutor continua a ter que ter o seu lugarzinho para quando tiver que sair de urgência.
Só para relembrar, que preciso de mais autocolantes que cada vez que passo por um carro mal estacionado sinto imenso a falta de autocolantes.
Cumprimentos,»



 

Junta de Freguesia de Alcochete

«Caríssimos,

Publiquem por favor esta foto no blog.
Viatura da Junta de Freguesia de Alcochete a bloquear passeio e passadeira que liga as duas escolas à esquerda e direita da mesma e o parque infantil.
Simultaneamente barraca da Sagres em cima do passeio na totalidade! Esta foto foi tirada hoje no concelho de Alcochete, freguesia de São Francisco.
Cpts»

Critérios e descritérios (Cont.)

Estas duas fotos foram tiradas uma a seguir à outra, na Av. da República, em Lisboa. O carro de cima foi alvo da atenção da SPARK (empresa "ao serviço da emel" - como diz o papelinho). Já os dois de baixo , em compensação, não preocuparam minimamente o funcionário da mesma empresa - que se vê a passar ao lado, como se nada fosse...

Ainda o estacionamento selvagem de veículos da CML

Na Rua da Prata:
Camioneta da CML destrói o passeio ao mesmo tempo que funcionários da mesma o reparam!
Carrinha da CML estacionada em plena ciclovia da Av. Miguel Contreiras!
Em pleno jardim Fernando Pessa
À porta da AML (em cima do passeio e em local de Proibido Parar).
Por sinal, os veículos da P.M. estão sempre ali.
5 estrelas!
Idem - Ver pormenor na imagem seguinte
Pormenor da foto anterior:
Um carro da PM e outro da CML
.
Nas duas imagens de baixo, não há carros em cima do passeio. Mas vale a pena abrir uma excepção e afixá-las aqui, na medida em que documentam o essencial do que está em causa:
A flagrante falta de formação desta gente, e a tonta pesporrência demonstrada por esses comportamentos. 

Aquelas criaturas julgam que podem fazer o que os outros não podem, e nem lhes entra nas embotadas cachimónias a importância do exemplo. Mas como os chefes não parecem ser melhores, o que é que se pode fazer?!

Pronto, já passou!

Antes...
...durante...
... e depois.
As três fotos foram tiradas todas de seguida (decorreram poucos segundos entre a primeira e a última), e mostram a actuação de um agente da Divisão de Trânsito da PSP ao deparar-se com um carro estacionado em cima de um passeio na Av. de Paris, em Lisboa.
Não parou (nem sequer olhou!) mas, ao contrário do que se possa pensar, não há nada a objectar, pois ele devia ir a caminho de qualquer tarefa relacionada com a actual especialidade da corporação - como acompanhar filmagens, ou a EPAL ou a PT...

Na realidade, o homem não pode ser censurado por isso, pois obedece a directivas superiores: há muito que a DT da PSP se demitiu da função de combater o estacionamento selvagem em Lisboa (onde tem mais de 600 efectivos!). Os cérebros privilegiados que nela mandam - e tal decidiram - acham que isso compete à autarquia.
Mas nem tudo é mau! No meio de tanta desgraça, é consolador saber que quem nos governa está atento aos verdadeiros problemas da população - valha-nos isso!
.

«...abordei por 4 vezes agentes da autoridade...»

Este e-mai foi enviado para:
pm@cm-lisboa.pt, dmpcst@cm-lisboa.pt, sopdt.lisboa@psp.pt,
Com conhecimento ao PL

«Ex.mos Srs.,
O motociclo visível na fotos anexas, encontra-se sistematicamente estacionado sobre o passeio da Calçada da Patriarcal, junto ao Príncipe Real.
Como se não bastasse, ocupa ainda toda a largura do passeio obrigando o peões a circular na faixa de rodagem, colocando em risco a segurança destes.
Esta situação é inadmissível pela forma abusiva de ocupação do espaço público e desrespeito para com os peões!
Chama-se deste modo a atenção às autoridades competentes, e solicita-se a sua actuação em conformidade
Faço notar que nos últimos 2 meses, abordei por 4 vezes agentes da autoridade que se encontravam na proximidade, incluindo agentes da Polícia Municipal e da Divisão de Trânsito, sem que a situação descrita se tenha alterado.
Grato pela atenção, cumprimentos,»

A vergonha continua (Odivelas)

«Boa Noite,
Caros amigos do Peão Exaltado,
Como podem observar (e não é a 1ª vez que vocês recebem fotos minhas desta rua em Odivelas), a vergonha continua sem haver fim à vista e muito menos interesse da parte da CMO em resolve-los, já que perdi a conta aos emails por mim enviados relativamente a este assunto.
A única coisa que me respondem é "as ruas estão identificadas", "o seu assunto foi remetido à pessoa responsável"...e andamos nisto...
Irei continuar a enviar-vos fotos destas, de outros locais exemplificativos do que aqui se passa, pois ruas deste género não faltam.
A vergonha é tal, que nem se dignam a colocar um simples pilarete onde já existem 3 ou 4, para que se possa evitar o chico espertismo do costume, onde há sempre um artista a "enfiar" o bólide.
Grato pela atenção dispensada, apresento os meus melhores cumprimentos,
*Devo salientar que tenho um filho com 2 anos, logo não irei continuar por certo andar no meio da estrada apenas e só porque alguém tem mais que fazer...»
Contribuição de um leitor,

Bons exemplos

Bom dia



tendo em conta que o meu primeiro email foi há mais de um mês e nunca recebi resposta da digníssima e intocável Polícia Municipal, então como prometi, não vou enviar mais nenhum a reclamar da vossa incompetência e da falta de respeito e de profissionalismo. Apenas vou enviando o que vai saindo nos media, que eu tenha enviado ou tenha tido conhecimento:


Hoje, VISÃO (com um pouco de sorte irá saír numa edição em papel):


 
Esta mensagem foi enviada aos blogues Passeio Livre e A Nossa Terrinha, à Câmara Municipal de Oeiras e à Polícia Municipal de Oeiras. Um exemplo de persistência a seguir.

É a cultura, estúpido!

[...] é que os portugueses têm uma maneira de estar na estrada que é exclusivamente deles. Ou, como agora se escreve, e neste caso muito a propósito: que é exclusivamente sua (sim, sua).


[...] O Código da Estrada, para os portugueses, é como qualquer código contemporâneo do de Hamurábi: destina-se aos investigadores estrangeiros, tem um valor sobretudo histórico e científico, e é de todo indecifrável. Serve para resolver disputas nos tribunais quando os deuses malévolos originam o azar de um «desastre» (repara-se na carga fatal e cosmológica da palavra, ilibando a mera condição humana de qualquer responsabilidade) e, como tal, é um oráculo como qualquer outro Delfos.


[...] todos os portugueses adoram passeios. Os automóveis, sobretudo. Mesmo quando estacionam, gostam sempre de pousar duas rodazinhas sobre o passeio, num gesto de afecto em tudo igual ao de pôr um braço fraterno por sobre os ombros de um amigo. E a razão que leva os peões de Portugal a andar no meio da estrada não é outra: passeiam como automóveis pela via fora, porque os automóveis se agacham ternamente sobre todos os passeios disponíveis, guardando ciosamente o torrãozinho de cada um.


Miguel Esteves Cardoso, A causa das coisas, Assírio e Alvim, 1986

Marca Amarela em Carcavelos

Um e-mail de um leitor para a Policia Municipal de Cascais:
--------
Bom dia,

moro ao cimo da Rua Quinta da Vinha e todos os dias sou deparado ao sair de casa com vários veículos em cima do passeio. Para além de existirem vagas no estacionamento mais abaixo, o passeio está cada vez mais danificado e atrapalha imenso para quem como eu desloca um carrinho de bebé e mais uma criança. Solicito que os mesmos veículos sejam autuados, pois tive oportunidade de falar com um dos prevaricadores e o que recebi foi uma resposta agressiva com um "dê a volta".

Fico à espera de uma resolução,
CV

---------

Passado três meses e sem resultado tornou a escrever, com duas fotografias:

---------
Na ausência de actuação da autoridade na Rua Quinta da Vinha (Carcavelos), haja alguém que felizmente se preocupa. Pelo menos podemos contar com estas pessoas, já que a polícia não faz a sua obrigação.

Obrigado por nada meus caros senhores representantes da "autoridade".

ps: se se derem ao trabalho de ver todo o corpo do email, a primeira mensagem foi enviada a 21 de Abril. Um mês e meio depois, nada da vossa parte, apenas respostas meramente protelatórias para encher...




Évora, património mundial

Antes de mais, gostaria de felicitá-lo pelo blog. Envio em anexo duas fotografias da mesma rua em Évora. Não sei o que é pior nas duas situações se são os carros estacionados no passeio ou os automóveis estacionados nos lugares reservados para as ambulâncias. Chego à seguinte conclusão: em Évora não se pode andar a pé nem ficar doente.







Há alguns dias enviei umas imagens de Évora, onde eu comentava que em Évora não se pode andar a pé nem ficar doente. Este filme foi feito dentro do Centro Histórico e agora comento: não se pode andar a pé e pelos visto não se pode andar de carro!

A opinião da actual vereadora Helena Roseta sobre o estacionamento

Nota: estas questões foram colocados aos principais grupos partidários de Lisboa.

1. Aceita o estacionamento ilegal sobre os passeios?

Não aceito. Os Cidadãos por Lisboa fizeram aprovar na CML uma deliberação sobre a Carta Municipal dos Direitos dos Peões. E o primeiro direito dos peões é o direito ao passeio. Mas como todos os direitos tem de ser conquistado.

2. Considera que existem circunstâncias em que é tolerável?

Em princípio não. Se há espaço para estacionar e para circularem peões, é preferível diferenciar o pavimento e delimitar o espaço de uns e outros.

3. Gostaria que mencionasse uma lista de medidas muito concretas que tenciona implementar, se vencer as eleições, para eliminar o estacionamento sobre os passeios.

Disciplina e fiscalização, por um lado, criação de estacionamento residente em estrutura própria (silo, subterrâneo, etc) por outro. E protecção da zona pedonal com barreiras anti-automóvel. Acrescento: apoio a campanhas de defesa dos direitos do peão. Lisboa é das cidades onde morrem mais peões em acidentes de tráfego.

4. Quer anunciar uma meta, ou desejo mensurável, relativamente a este assunto e que pretende atingir até ao fim do seu primeiro ano de mandato?

O pelouro da mobilidade não será o meu. Mas é preciso articular a acção da EMEL com a da CML. A EMEL não pode andar em roda livre.

5. O que pretende fazer para combater a inoperância da Polícia Municipal que muito se esforça para não ver as situações de estacionamento ilegal?

A competência de trânsito não é da PM. É uma das competências que temos de exigir do Governo.

6. Como pode a Polícia Municipal queixar-se de falta de meios se aqueles que existem não fazem o seu trabalho?

Remeto para a resposta anterior.

Helena Roseta

Pilaretes, peões, bicicletas e automóveis

Meus caros senhores,


o que fizeram não tem outra palavra senão "criminoso". Por favor, dispenso hipocrisias! Na Av. do Brasil retiraram 2/3 do passeio aos peões, "legalizando" aquilo que antes era ilegal. Neste momento estou de férias em Itália e na Eslovênia, e facilmente compreendo o terceiro mundo que é Lisboa em matéria de acessibilidades e condições dadas aos peões/ciclistas e em contrapartida a importância doentia dada aos carros em comparação com as cidades que visitei. De mim não levam voto e de muitos outros municipes revoltados também não levarão.


Mais... Esses 2/3 na Av. do Brasil e outras que fizeram o favor de oferecer aos carros, teriam sido aproveitados num país do primeiro mundo para uma parte ser convertida numa ciclovia devido à largura do passeio.





Em Lilubliana (capital da Eslovênia), uma enorme parte da cidade é ciclável, TODO o centro histórico é limitado ao trânsito automóvel ou é totalmente fechado a ele (apenas residentes entram). No resto da cidade, para além de ser na maioria ciclável, grande parte das ruas é de sentido único e o número de carros a circular é MUITISSIMO inferior ao de Lisboa, assim como o número de parques de estacionamento, simplesmente porque os habitantes preferem utilizar transportes alternativos. Em todo o lado vê-se um executivo de fato e gravata ou uma senhora de idade em cima de uma bicicleta.



Em Pádua, Trieste e Verona (Itália), assisti a comportamentos e infrastruturas semelhantes. Em nenhuma destas cidades constactei a dependência doentia que há em Portugal pelo carro, e quem preverica é efectivamente responsabilizado por isso, ao contrário do que se passa aqui. É verdade. O comércio local CONTINUA a existir sem carros! Como é que isso é possível??? Talvez porque NÃO existem shoppings dentro das cidades! Enquanto prevalecer esta mentalidade saloia, arrogante e ignorante, tanto do zé povinho como do poder político e autoritário, continuaremos a ser o apêndice indesejado da Europa, uma terra onde o pobre pensa que é rico, o ignorante pensa que é culto e o terceiro mundista pensa que faz parte da elite europeia. E isto tanto se aplica aos políticos como ao idiota que julga que é importante porque vai trabalhar de carro, e que na sua ignorância extrema, pensa que quem é pobre é quem anda a pé ou de bicicleta.


Um português e lisboeta enojado e envergonhado... ps: tenho a certeza que este email irá ser imediatamente apagado. esta é uma das funções actuais da Câmara: ignorar tudo o que se relaciona com isto. Mas tenho a certeza que outros irão utilizar.






Resposta da Câmara Municipal de Lisboa

Exmº Senhor,

Em resposta ao seu e-mail sobre a colocação de pilaretes, cumpre-nos informar o seguinte:A Câmara Municipal de Lisboa /Departamento de Gestão do Espaço Público / Divisão de Fiscalização e Controle do Espaço Público tem vindo a proceder à colocação de pilaretes em passeios em que o estacionamento abusivo impede a normal circulação dos peões.Os pilaretes são colocados junto aos lancis, sendo que, nos acessos a garagens e sempre que a largura do passeio permitir a passagem e estacionamento de viaturas sobre os mesmos, são colocados pilaretes em alinhamento perpendicular ao sentido do passeio.

Nestes casos, os pilaretes, com altura entre os 80 cm e 90 cm, por forma a serem visual e sensitivamente perceptíveis aos peões, são sempre colocados com distanciamento entre si que permitam a passagem de cadeiras de rodas e carrinhos de bébé. Pensamos assim estarem cumpridas as normas estabelecidas relativamente às acessibilidades pedonais.





Com os melhores cumprimentos.


DMAU/DGEP Divisão de Fiscalização e Controle do Espaço Público Av. 24 de Julho, 171 C - 1399-021 Lisboa Tel: 213912421 Fax: 213978495 dfcep@cm-lisboa.pt