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(?) «1271 atropelados» - «PSP diz que operação "Pela vida, trave!" atingiu objectivos.» (?)


«Cidades: 1271 atropelados

Desde o início do ano foram atropeladas 1271 pessoas em áreas urbanas patrulhadas pela PSP – 488 em passadeiras e 783 fora delas. Resultaram 13 mortos: cinco nas passadeiras e oito fora. Números inferiores aos do ano passado, avança a PSP, que, de Março a Maio, teve no terreno a operação ‘Pela sua Vida, Trave!’»
in Correio da Manhã,

«PSP diz que operação "Pela vida, trave!" atingiu objectivos»
in Sic On-Line

«Nos três meses da operação da PSP «Pela vida, trave!», cinco pessoas morreram atropeladas nas cidades, depois de em Janeiro e Fevereiro terem sido oito as vítimas mortais, pelo que a polícia que os objectivos da campanha foram atingidos.
Com o objectivo de diminuir o número de atropelamentos dentro das localidades, a PSP desencadeou uma operação nos meses de Março, Abril e Maio.
Fazendo um balanço da operação «Pela vida, trave!», a Polícia de Segurança Pública refere que foi atingido o objectivo, tendo diminuído os atropelamentos e baixado também o número de mortos por atropelamentos nas cidades portuguesas.
Relativamente aos anos anteriores, a PSP indica que entre Março e Maio de 2008 se registaram nove mortos por atropelamento, número que aumentou para 14 no ano passado (mais 36 por cento) e baixou para cinco em 2010.
Durante a operação, a PSP realizou mais de cinco mil acções em todo o país, das quais resultaram 9188 autuações por excesso de velocidade e 8147 por estacionamento nos passeios e outros locais de passagens de peões, 2115 multas por estacionamento nas passadeiras e 1599 por desrespeito ao sinal vermelho do semáforo»
in IOL Diário

Atropelada

Loures

Atropelada e arrastada 2 km

Maria Isabel Lima atravessava na passadeira em frente a casa quando foi colhida por um Seat, a alta velocidade, que fugiu. A vítima não sobreviveu. Condutor foi ontem apanhado mas já está em liberdade. 

Condutor ultrapassou dois carros parados na passadeira.
 
in Correio da Manhã 2 Dezembro 2009

Fecham os olhos a contra-ordenações simples



«Os veículos de matrícula estrangeira em local de estacionamento proibido não estão a ser autuados com coimas simples pela PSP e GNR em todo o País. Ao que o CM apurou, as forças de segurança fazem ‘vista grossa’ a estas infracções para evitar todo o trabalho que envolve depois o processo de notificação do condutor.
'Não há qualquer ordem superior para que não sejam multados. Mas o facto é que os contactos que são feitos para o estrangeiro para se notificar o condutor são muito morosos e envolvem mais custos do que o valor da multa, na ordem dos 30 euros', referiu uma fonte policial. Esta fonte acrescenta que são apenas efectuadas contra-ordenações directas. 'Quando é o caso de reboque ou imobilizador têm de pagar na hora', disse.
O caso mais recente passou-se anteontem em Évora. Um potente Audi, de matrícula francesa, esteve mais de duas horas estacionado num lugar pago por uma empresa. Chamada a PSP, um agente verificou que o carro não podia ser rebocado pela forma como estava estacionado. Depois apercebeu-se de que o imobilizador não cabia na jante e foi-se embora sem o autuar.
'Vai ter de esperar pelo dono do carro', disse o polícia ao funcionário da empresa que detém o lugar de estacionamento. O intendente Ricardo Abreu Matos, comandante da PSP de Évora, já prometeu averiguar este caso.

'MULTAR UM ESTRANGEIRO É TEMPO PERDIDO' (Paulo Rodrigues, Pres. da ASPP/PSP sobre estacionamento)
Correio da Manhã – É verdade que os polícias evitam passar multas de estacionamento aos estrangeiros devido à morosidade que envolve a notificação do condutor?
Paulo Rodrigues – Os polícias evitam passar multas simples por estacionamento abusivo a carros estrangeiros porque sabem que é tempo perdido. As horas de trabalho e a enorme burocracia administrativa faz com que a notificação do condutor fique mais cara do que a própria coima, que é de 30 euros.
– Mas os estrangeiros não têm mais direitos do que os portugueses.
– É claro que não. Mas o que é certo é que, se um polícia multar um carro suíço, esse condutor quase de certeza que não irá receber qualquer notificação para pagar.
– Qual é a forma de punir os infractores?
– Com contra-ordenações directas. Se o carro for rebocado ou imobilizado, o proprietário terá de chamar a polícia. Na altura, é identificado e obrigado a pagar a coima.
– Qual a solução para alterar o comportamento da autoridade?
– Uma rede entre países europeus de identificação de viaturas e pessoas facilitava a acção dos agentes.»

Alexandre M. Silva, in Correio da Manhã de 22 de Agosto de 2009