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Encontrou um autocolante no vidro do seu automóvel?

Prezado(a) concidadão(ã):

Obrigado por demonstrar interesse em conhecer as ideias que estão por trás do autocolante posto no seu carro. A ideia fundamental é de que, por maiores que sejam os seus problemas de estacionamento, não podem ser resolvidos à custa do peão nem cabe ao peão resolvê-los (compreenda que muitos dos que aderem a esta iniciativa também são condutores e sabem que é possível não estacionar nos passeios ou passadeiras).

Somos muitos, mas andávamos calados ou - porque dispersos - não nos fazíamos ouvir.

É bem possível que, se não tivesse surgido o autocolante, o seu carro estivesse hoje com um risco na pintura ou um retrovisor partido. O autocolante surge precisamente como alternativa de expressão civilizada de uma indignação que não deve ser subestimada. Não queremos impor danos a ninguém, opomo-nos clara e frontalmente a qualquer tipo de vandalismo, mas queremos que ouça a nossa indignação, que a considere, e, finalmente, que se deixe tomar por ela.

Saiba, portanto, que sempre que estacionar no passeio ou na passadeira estará a causar profunda indignação a muita gente, e a grande maioria não terá autocolantes à mão.

Colabore connosco partilhando o seu ponto de vista com os argumentos que julgar pertinentes. Somos todos ouvidos.

Passeio Livre


APLICARAM UM AUTOCOLANTE NO SEU CARRO? ESTA MENSAGEM É PARA SI.

Prezado(a) concidadão(ã):


Obrigado por demonstrar interesse em conhecer as ideias que estão por trás do autocolante posto no seu carro. A ideia fundamental é de que, por maiores que sejam os seus problemas de estacionamento, não podem ser resolvidos à custa do peão nem cabe ao peão resolvê-los (compreenda que muitos dos que aderem a esta iniciativa também são condutores e sabem que é possível não estacionar nos passeios ou passadeiras).
Somos muitos, mas andávamos calados ou - porque dispersos - não nos fazíamos ouvir.
É bem possível que, se não tivesse surgido o autocolante, o seu carro estivesse hoje com um risco na pintura ou um retrovisor partido. O autocolante surge precisamente como alternativa de expressão civilizada de uma indignação que não deve ser subestimada. Não queremos impor danos a ninguém, opomo-nos clara e frontalmente a qualquer tipo de vandalismo, mas queremos que ouça a nossa indignação, que a considere, e, finalmente, que se deixe tomar por ela.
Saiba, portanto, que sempre que estacionar no passeio ou na passadeira estará a causar profunda indignação a muita gente, e a grande maioria não terá autocolantes à mão.
Colabore connosco partilhando o seu ponto de vista com os argumentos que julgar pertinentes. Somos todos ouvidos.

Passeio Livre

APLICARAM UM AUTOCOLANTE NO SEU CARRO? ESTA MENSAGEM É PARA SI.


Prezado(a) concidadão(ã):
Obrigado por demonstrar interesse em conhecer as ideias que estão por trás do autocolante posto no seu carro. A ideia fundamental é de que, por maiores que sejam os seus problemas de estacionamento, não podem ser resolvidos à custa do peão nem cabe ao peão resolvê-los (compreenda que muitos dos que aderem a esta iniciativa também são condutores e sabem que é possível não estacionar nos passeios ou passadeiras).
Somos muitos, mas andávamos calados ou - porque dispersos - não nos fazíamos ouvir.
É bem possível que, se não tivesse surgido o autocolante, o seu carro estivesse hoje com um risco na pintura ou um retrovisor partido. O autocolante surge precisamente como alternativa de expressão civilizada de uma indignação que não deve ser subestimada. Não queremos impor danos a ninguém, opomo-nos clara e frontalmente a qualquer tipo de vandalismo, mas queremos que ouça a nossa indignação, que a considere, e, finalmente, que se deixe tomar por ela.
Saiba, portanto, que sempre que estacionar no passeio ou na passadeira estará a causar profunda indignação a muita gente, e a grande maioria não terá autocolantes à mão.
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Passeio Livre

Um em-BUS-te?



ESTAS três fotos foram tiradas na passada sexta-feira, na Av. da República, em Lisboa, e com pouco tempo de intervalo.

Ora, se em termos de "Passeio Livre" as duas de baixo são mais ilucidativas do que a de cima, esta não lhes fica atrás em termos de documentação da impunidade que impera naquela zona:
Repare-se que se trata de uma artéria com uma única faixa - e, mesmo essa (pelo menos a crer no que se lê no pavimento...), exclusiva para transportes públicos. Ou seja: salvo melhor opinião, nenhum daqueles carros deveria - sequer - ali estar. Ou há alguma coisa escondida por detrás desta bizarria - que explique a calma das personagens que se vêem na foto?

O dilema do escuteiro



ESTAS FOTOS, tiradas há um par de dias numa povoação algarvia (onde esta situação é a regra e não a excepção - não havendo, sequer, a desculpa de que "é só no Verão"), não teriam, por si só, nada de novo se não se desse um facto insólito:

Nessa terra (e tanto quanto foi possível apurar falando com bastante gente), parece existir uma perfeita identidade de interesses e entre prejudicadores e prejudicados que faz com que a situação, além de não chocar ninguém, satisfaça a todos - peões, automobilistas, comerciantes, autarcas e autoridades!

Fica, pois, a questão: valerá a pena, em casos destes, gastar tempo, pachorra, bits e autocolantes a defender peões que não querem ser defendidos - como na história do escuteiro que quer obrigar a velhinha a atravessar a rua, mesmo contra a vontade dela?

PASSEIO LIVRE EM DEBATE - Amanhã!!


Os convidados são:

. Nunes da Silva, professor catedrático do IST, especialista em mobilidade e que ocupa o 8º lugar à Câmara na candidatura "Unir Lisboa / PS"

. António Carlos Monteiro, Deputado à AR pelo CDS-PP no distrito de Lisboa, foi Presidente da EMEL entre 2002 e 2005 e foi ainda Vereador da CML com o pelouro do Transito e do Espaço Público. Ocupa o 4º lugar na candidatura à Câmara pela lista "Lisboa com Sentido"

. Carlos Moura, Engenheiro do Ambiente, Ex-Dirigente da Quercus e 4º candidato à Câmara pelas listas da CDU

. Heitor de Sousa, Economista na Carris, Deputado Municipal em Lisboa e recém eleito Deputado à AR pelo BE no distrito de Leiria. É o nº2 à lista da Assembleia Municipal pelo BE


A moderação do debate estará a cargo do jornalista José Vitor Malheiros.

Passeio Livre em debate


O colectivo 'Passeio Livre', com o intuito de chamar a atenção dos nossos autarcas para o problema dos carros estacionados em cima do passeio, para as questões da mobilidade pedonal e dos direitos do peão e de conhecer e dar a conhecer as suas propostas sobre estes assuntos, decidiu organizar um debate com as 4 principais forças políticas concorrentes à Câmara Municipal de Lisboa, cidade onde este problema se faz sentir com toda a evidência.
Será na próxima 4ª feira, às 18 horas, no Cinema S. Jorge, na Av. da Liberdade.
Os interessados em participar, coloquem já o debate na agenda. Para a semana diremos quem irá participar em nome de cada uma das candidaturas.
(No Facebook o evento está aqui. Pede-se o favor de divulgar)

Pedido de ajuda aos informáticos

No fim-de-semana, deparei-me com este carro estacionado não em cima de uma passadeira ou de um passeio, mas em plena pista ciclável da frente ribeirinha.

Alguém tinha posto um autocolante destes que se imprimem directamente no blog.

O autocolante é enorme! Não há ninguém aqui do colectivo 'Passeio Livre' que possa alterar o PDF para caberem 4 autocolantes numa folha A4 em vez de ser só 1?

Juntaram-se os três à esquina...

Av. Almirante Reis - Lisboa
.
RECENTEMENTE, discutiu-se aqui se a luta por "passeios livres" devia ou não ser extensiva a outros objectos, e a ideia generalizada foi no sentido afirmativo.
Nesta foto, tirada hoje, pode ver-se uma carrinha a ocupar parcialmente uma passadeira de peões, uma outra a entrar por um passeio adentro, e até um placard da Junta de Freguesia do Alto do Pina...
O único que não cabe aqui será o carro estacionado na curva - mas paciência...

Aplicaram um autocolante no seu carro? Esta mensagem é para si.

Prezado(a) concidadão(ã):
Obrigado por demonstrar interesse em conhecer as ideias que estão por trás do autocolante posto no seu carro. A ideia fundamental é de que, por maiores que sejam os seus problemas de estacionamento, não podem ser resolvidos à custa do peão nem cabe ao peão resolvê-los (compreenda que muitos dos que aderem a esta iniciativa também são condutores e sabem que é possível não estacionar nos passeios ou passadeiras).
Somos muitos, mas andávamos calados ou - porque dispersos - não nos fazíamos ouvir.
É bem possível que, se não tivesse surgido o autocolante, o seu carro estivesse hoje com um risco na pintura ou um retrovisor partido. O autocolante surge precisamente como alternativa de expressão civilizada de uma indignação que não deve ser subestimada. Não queremos impor danos a ninguém, opomo-nos clara e frontalmente a qualquer tipo de vandalismo, mas queremos que ouça a nossa indignação, que a considere, e, finalmente, que se deixe tomar por ela.
Saiba, portanto, que sempre que estacionar no passeio ou na passadeira estará a causar profunda indignação a muita gente, e a grande maioria não terá autocolantes à mão.
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Passeio Livre

Quantos auto-colantes podem ser vistos nesta fotografia?


Resposta certa: 2 (dois)

Um é de papel, não impede ninguém de fazer o que quer que seja, e é removível. O outro, o auto-(supostamente)-móvel, está imóvel, colado ao passeio, atrapalha ou impede a livre circulação de peões, estraga os passeios, e nada - a não ser quem o lá pôs ou, teoricamente, a Polícia - o pode remover.

Pilaretes, porque vos amo!


Foto encontrada num site de partilha on-line. (Flickr)

Esta é para desenjoar!