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[56-HB-01] Polícia a violar a LEI
Duas viaturas com dístico, verdadeiro ou não, da polícia, em cima do passeio, junto do AIMA, na Av António Augusto de Aguiar em Lisboa
Largo da Rosa na Mouraria, em Lisboa
A Saga no Alto de São João, Lisboa
A saga do estacionamento em cima do passeio ("legalizado" pela Câmara Municipal de Lisboa) no Bairro Lopes no Alto de São João em Lisboa, continua. Depois da "promessa" da chegada da EMEL há vários anos, e de algumas obras de cosmética realizadas na via pública, pouco ou nada mudou, tal como ilustra a foto.
No entanto, parece que entretanto alguém tentou colocar uma pedrinha na engrenagem. Desde há vários meses que era possível ver este cartaz à porta de um dos prédios da Rua Sousa Viterbo: "Saída de carro de bebé Duplo. Precisamos de 80 cm para passar. Risco de reboque".
Há quem tenha gémeos, sacos de compras, bicicletas, tenha limitações de mobilidade ou ande de cadeira de rodas. Enfim, coisas normais que todas as pessoas deveriam poder transportar de e para sua casa sem dificuldades. Aparentemente o apelo não caiu em saco roto. De repente aparece uma grade da junta de freguesia a proibir o estacionamento em frente à porta do prédio em questão.
No dia seguinte lá aparecem 2 jarrões no meio da estrada numa tentativa de evitar o estacionamento nesse local. Brilhante solução. E agora, será que vão fazer o mesmo em frente de todos os prédios em que existam dificuldades de circulação? Que nível de ruído é preciso fazer para estabelecer a legalidade e a liberdade de circulação?

Do Alto da Ajuda e da Preguiça [66-LN-58]
Com um parque de estacionamento gigante livre, adivinhem qual o melhor sitio para deixar o carro.
No Alto da Ajuda, em Lisboa
No Alto da Ajuda, em Lisboa
Viva a República [25-EX-14]
Local:
Lumiar, Lisbon, Portugal
Os Hipócritas do Hospital São José!
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| Em São José, primeiro está o comodismo do pessoal, depois então a saúde dos doentes |
O juramento de Hipócrates de 1983, usado atualmente em Portugal no momento em que o clínico é admitido, tem esta excelsa passagem que cada futuro médico deve recitar:
A Saúde do meu Doente será a minha primeira preocupação.
FALSO! Como pode ser constatado pelo caso prático dos clínicos de São José. Reescrevemos:
O Meu Comodismo e o meu Conforto serão a minha primeira preocupação.
Ou seja, como pode ser verificado pelas seguintes fotografias, os hipócritas, perdão, os médicos que juraram Hipócrates e respetivos auxiliares de saúde, pensam sempre em primeiro lugar no seu comodismo e conforto, e só então, na saúde dos doentes e de todos aqueles que precisam de se deslocar a este hospital São José.
Ademais, ao contrário de empresas privadas que têm uma imagem a preservar e que perante uma queixa escrita do Passeio Livre, normalmente atuam com medo de represálias na sua imagem, no caso em apreço, como se trata de um organismo do funcionalismo público cujo último interesse é servir o cidadão ou preservar a sua imagem perante o cidadão, o coio e antro de preguicentos nojentos da administração do dito - sim, causa nojo as seguintes imagens - ignoraram sempre as nossas queixas e ignorarão por completo também esta publicação. Temos assim consciência que, como qualquer administrador público, há que primeiro servirem-se a si próprios e ao seu conforto pessoal, e apenas depois, há que procurar servir e prestar contas aos cidadãos. É assim nas instalações do Instituto Superior Técnico, como é assim em frente ao Ministério da Defesa, ou em frente ao Instituo Nacional da Propriedade Industrial; situações as quais temos repetido ad nauseam. Ademais, sendo organismos do estado, acham-se no sacro direito de poder violar a própria lei, mormente o artigo 49.º do Código da Estrada, sem qualquer pejo de vergonha! Afinal, são "servidores públicos", que usam o estatuto para (se) servir.
Portanto, a porca burguesia motorizada "ao serviço do interesse público" está-se completamente a cagar para os peões ignora os nossos apelos, assim como ignoram os nossos apelos as respetivas administrações dos variados institutos e ministérios, porque ao contrário das empresas privadas que têm uma imagem a manter, a última preocupação destes organismos do estado é proteger a sua imagem junto da opinião pública, visto viverem num autêntico monopólio. Ademais, sendo o estado, acham que têm estatuto superior que lhes dá o sacro direito para violar a lei emanada do Parlamento! Parece um paradoxo capitalista, considerando que o sistema capitalista preza primeiro o lucro e depois apenas o interesse dos cidadãos, mas a praxis tem demonstrado, visto que uma empresa privada teme muito uma "mancha" na sua imagem, que as empresas privadas atuam de forma mais célere e expedita perante as nossas queixas. Já os serviços do estado, que deveriam ser os primeiros a defender o primado da Lei e os mais fracos e vulneráveis, neste caso os idosos, grávidas, peões, utilizadores vulneráveis da via pública, assim como os doentes; estes mesmos serviços públicos são os últimos a defender o interesse destas mesmas pessoas. E ao contrário das empresas privadas, estes serviços públicos não têm qualquer pejo em violar constantemente o Código da Estrada nem têm qualquer receio perante as nossas publicações, visto que "estado é estado".
As imagens que se seguem foram todas retiradas das instalações do Hospital de São José, e para que fique registado, é um hospital público do Serviço Nacional de Saúde. Um autêntico nojo, para que os hipócritas, ou seja, os que juraram Hipócrates, possam ir confortavelmente de "popó para o trabalho"! E o que faz a administração do hospital? Obviamente, nada! Afinal, os doutores precisam do carro para trabalhar, e só não o estacionam dentro da sala de cirurgias, porque não cabe!
As imagens que se seguem foram todas retiradas das instalações do Hospital de São José, e para que fique registado, é um hospital público do Serviço Nacional de Saúde. Um autêntico nojo, para que os hipócritas, ou seja, os que juraram Hipócrates, possam ir confortavelmente de "popó para o trabalho"! E o que faz a administração do hospital? Obviamente, nada! Afinal, os doutores precisam do carro para trabalhar, e só não o estacionam dentro da sala de cirurgias, porque não cabe!







Obras novas, hábitos antigos
Foto tirada ontem na "nova" e renovada avenida da República. Contra todo o lixo verborreico que propala o vereador do CDS, a impunidade continua e recomenda-se.
Ciclovia para a Av. Gago Coutinho
No seguimento de uma queixa que o Passeio Livre endereçou à autarquia de Lisboa há cerca de 7 meses (hiperligação), a mesma respondeu-nos a semana passada, nos seguintes termos, através da chefe da divisão Dra. Paula Martins:
Exmos. Senhores,
Na sequência do V. e-mail de 29-07-2016 em anexo, que mereceu a nossa melhor atenção, apesar da demora na resposta que lamentamos, cumpre-nos informar que a Câmara Municipal de Lisboa tem em curso um projeto de rede ciclável para a Avenida Almirante Gago Coutinho, no âmbito da promoção da mobilidade sustentável.
Trata-se da requalificação da referida avenida, que considera o reordenamento do estacionamento, a criação de uma ciclovia e de um passeio livre para a circulação pedonal, pelo que a situação relatada será ultrapassada após esta intervenção.
Sem outro assunto, apresentamos os melhores cumprimentos,
Paula Santos Martins
Chefe de Divisão
Esperemos então por conseguinte, que com a referida rede ciclável ao longo da referida avenida, a qualidade do espaço pedonal seja substancialmente melhorada.
Exmos. Senhores,
Na sequência do V. e-mail de 29-07-2016 em anexo, que mereceu a nossa melhor atenção, apesar da demora na resposta que lamentamos, cumpre-nos informar que a Câmara Municipal de Lisboa tem em curso um projeto de rede ciclável para a Avenida Almirante Gago Coutinho, no âmbito da promoção da mobilidade sustentável.
Trata-se da requalificação da referida avenida, que considera o reordenamento do estacionamento, a criação de uma ciclovia e de um passeio livre para a circulação pedonal, pelo que a situação relatada será ultrapassada após esta intervenção.
Sem outro assunto, apresentamos os melhores cumprimentos,
Paula Santos Martins
Chefe de Divisão
Esperemos então por conseguinte, que com a referida rede ciclável ao longo da referida avenida, a qualidade do espaço pedonal seja substancialmente melhorada.
Av. 24 de Julho com passeio minúsculo junto à linha férrea
Um curioso caso de empreitada na cidade de Lisboa que, ou foi pensada por quem nunca foi ao terreno, ou foi fiscalizada ou executada por quem não tem olhos ou o mínimo de espírito critico, é a empreitada do Cais do Sodré ao Largo de Santos.
São cerca de mil metros, e nessa artéria (Av. 24 de Julho) existe um passeio junto da linha férrea, passeio esse com uma largura mínima de cerca de um metro e máxima superior a dois metros, sendo que na maioria da extensão tem cerca de um metro e meio. Existe contudo uma única exceção, um único ponto neste quilómetro de passeio tem bastante menos de um metro. Neste percurso existem apenas três passadeiras, tendo uma delas, por via das obras na Avenida, sido deslocada. Pois os executantes desta obra conseguiram instalar a passadeira no ponto mais estreito que existe em um quilometro e plantar um semáforo a impedir a passagem de, por exemplo, um carrinho de bebé ou cadeira de rodas.
Fotos ilustrativas da situação ridícula que gostaríamos de ver corrigida.
São cerca de mil metros, e nessa artéria (Av. 24 de Julho) existe um passeio junto da linha férrea, passeio esse com uma largura mínima de cerca de um metro e máxima superior a dois metros, sendo que na maioria da extensão tem cerca de um metro e meio. Existe contudo uma única exceção, um único ponto neste quilómetro de passeio tem bastante menos de um metro. Neste percurso existem apenas três passadeiras, tendo uma delas, por via das obras na Avenida, sido deslocada. Pois os executantes desta obra conseguiram instalar a passadeira no ponto mais estreito que existe em um quilometro e plantar um semáforo a impedir a passagem de, por exemplo, um carrinho de bebé ou cadeira de rodas.
Fotos ilustrativas da situação ridícula que gostaríamos de ver corrigida.
autocolantes em Lisboa
Um dos nossos leitores enviou-nos fotografias de como os carros estacionam na Rua Jorge Alves, em Lisboa. Também nos mostra que está a dar bom uso aos nossos autocolantes, já que a polícia nada faz.
Será que até as autoridades são indiferentes?
Um dos nossos leitores apresentou a seguinte queixa à PSP:
"Boa tarde,
No passado fim de semana, domingo (22/mar), passei pela nova esquadra da
PSP no antigo Palácio Folgosa (Martim Moniz). Apesar de haver alguns
lugares de estacionamento em local apropriado, o cenário com que me
deparei foi o que as fotografias em anexo mostram:
um carro da PSP estacionado em cima do passeio, ocupando quase a
totalidade do mesmo.
Mesmo que não houvesse quaisquer lugares disponíveis, esta situação era
inadmissível: trata-se de uma força de segurança pública, que tem
obrigação de dar o exemplo e de proteger os cidadãos e os bens públicos.
Estacionar em cima dum passeio pode colocar os
cidadãos em perigo, interfere com o seu bem-estar e deteriora a calçada,
sendo por isso contrário aos desígnios dessa força policial.
No pátio da mesma esquadra, como é bem visível numa das fotografias,
alguns agentes conversavam despreocupada e animadamente, sem fazerem
qualquer caso da situação. Enquanto isso, vários veículos de
comerciantes das lojas em frente estavam estacionados ocupando
totalmente uma das faixas de rodagem da Rua da Palma, mais uma vez sem
que os agentes se preocupassem com o assunto. Não está essa prevaricação
também no âmbito das suas atribuições?
Dado o exposto, que considero bastante grave, gostaria de saber qual a
posição da PSP sobre esta matéria e o que pretende fazer para acabar de
uma vez por todas com estes sistemáticos abusos de autoridade (tenho
mais fotos que o provam, noutros locais da cidade).
Não adianta dizer que tal se devia a uma situação de emergência, porque
não era, manifestamente, o caso.
Com os melhores cumprimentos,"
Acompanharemos este tema para confirmar se a PSP está, ou não, indiferente a este flagelo que assola os passeios de Lisboa e de Portugal.
"Boa tarde,
Acompanharemos este tema para confirmar se a PSP está, ou não, indiferente a este flagelo que assola os passeios de Lisboa e de Portugal.
Cruzamento da Duque de Loulé com Andrade Corvo em Lisboa
Um dos nossos leitores alerta-nos para um prédio devoluto com barreiras de proteção que está no mesmo estado há vários anos.
Refere que anteriormente até existia uma paragem de autocarro, daquelas que ocupam todo o passeio, mas foi removida pois estava a albergar sem-abrigos.
Apesar das inúmeras queixas para remoção dos carros que estacionam sem pagar dado haver um "vazio" legal desde a remoção da paragem de autocarro (não haviam lugares de estacionamento), de pedidos para aumento do passeio, da remoção das motas estacionadas em cima do passeio, nada parece interessar a quem tem poderes para fazer algo.
Em 2012 foi sinalizado o prédio e até hoje pouco se viu. Refere o nosso leitor que quem fica prejudicado é o peão que não tem por onde se deslocar.
Quais as ruas pedonais, com largura para carros?
Retratámos aqui recentemente como por essa Europa fora, os edis removem os carros dos centros urbanos. Coincidência ou não, recebemos há poucos dias estas fotos de um dos nossos leitores, exatamente do Martim Moniz, ou seja, de uma parte importante do centro histórico de Lisboa.
As imagens falam por si! Obviamente que tal sucede com o conluio natural da autarquia de Lisboa, que deve considerar, a par com muitos automobilistas lusos, que trazer o automóvel para os centros urbanos, é um direito inalienável. As únicas artérias de Lisboa onde os carros não circulam - e tal deve ser a regra dicotómica que a edilidade usa para definir se certa rua é transitável a automóveis ou não - é quando a largura da via, não permite fisicamente a entrada de veículos automóveis, como acontece em várias estreitas artérias em Alfama ou na Mouraria. Também não consta que a câmara de Lisboa tenha tentado converter escadarias em ruas transitáveis a automóveis, mas há automobilistas que arriscam o feito.
Deixamos todavia a pergunta aos nossos leitores para que respondam na caixa de comentários: qual das ruas em Lisboa, com largura suficiente para comportar automóveis, em que o trânsito motorizado está interdito? O Passeio Livre dá o pontapé de saída: a Rua Augusta. Aguardamos mais respostas.
Ambulâncias obstruídas por carros mal estacionados
Um dos problemas graves dos carros mal estacionados, consequência do excessivo número de veículos na cidade de Lisboa, cuja largura média das artérias é apesar de tudo diminuta, é exatamente o grave problema que tal implica na obstrução aos veículos em serviço de emergência.
Este vídeo, que um dos nossos leitores nos enviou após ter chamado uma ambulância do INEM para auxiliar um seu familiar numa situação de emergência, revela porque é tão preemente tirar carros da cidade e mais precisamente dos passeios. Recomnadmos que se observem tabém outras fotos gritantes do nosso leitor nesta ligação.
Mais uma Zona EMEL e passeios destruídos
Chamo atenção para o Largo Marques do Lavradio que se encontra com grandes buracos devido ao estacionamento selvagem. Esta zona é gerida pela EMEL.
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