2 em 1, tal como no champô!

Esta simples imagem, apesar de poder ser banal, tem uma particularidade imagética muito interessante: é, tal como anunciava o champô, um dois em um! Na mesma imagem vemos a total falta de respeito que a empresa CTT tem pelo Código da Estrada - justiça lhe seja feita, não é a única e faz parte do lote de transportadores que acha que o propalado "estamos a trabalhar" serve de desculpa para as mais variadas infrações legais - mas na mesma foto damos de caras com uma outra praga na cidade, que são os proprietários e condutores de motociclos acharem que são detentores de alguma magna carta, que lhes concede o sacro direito de poderem estacionar as suas latas de duas rodas no espaço pedonal sem qualquer tipo de consequências; e ai daquele que toque no motociclo que se arrisca de imediato, pelo menos, a ser vexado ou humilhado! E nesta simples imagem, temos o Portugal citadino contemporâneo, prioridade à lataria. Já as três meninas e o senhor de meia idade, que se desenrasquem, que na vida como na política, há prioridades e o peão é a última delas.

Denúncia CML

Recebido por mail:

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Bom dia,

Parabéns pelo vosso trabalho!
Gostava de partilhar um dos maus exemplos da CML. É recorrente o veículo, cuja foto anexo, permanecer mal estacionado junto de linha amarela, frequentemente em contramão num zona em que o único acesso para veículos de socorro é esta estrada estreita.

Cumprimentos

O lugar dos velhos é nos lares!

Velharia de Portugal

Em vez de terem a infeliz ideia de decidir circular pelo espaço público a pé, espaço público esse cujo usufruto não pagam através da carga fiscal a vós aplicada, pois com reformas miseráveis geram muito menos receita fiscal que a grande maioria dos automobilistas do país que já é extorquida pelo fisco, ficar-vos-ia bem o gesto patriótico de simplesmente não saírem de casa, para não incomodarem a vida a quem trabalha, porque a rodovia não é local para se circular a pé. Além disso, o lugar da velharia é em casa ou num lar, pois ter a ousadia de abrandar o trânsito ocupando a estrada a quem produz riqueza para este país através do seu trabalho, é um ato inadmissível. São os novos com o seu trabalho e respetiva carga fiscal que pagam a pensão aos velhos. Por conseguinte exige-se respeito intergeracional!

As seguintes fotos que apresentamos de seguida, demonstram o total desrespeito que certos velhos têm pelo normal funcionamento do tráfego rodoviário, situação que deve ser reportada às autoridades competentes, mormente à divisão de trânsito da PSP, para que os empecilhos desbloqueiem a via. Estas situações são inadmissíveis num estado de direito, que se quer evoluído, considerando em acréscimo que os nossos impostos e contribuições para a segurança social, além de já pagarem reformas chorudas, contribuem em acréscimo muitas vezes para o funcionamento normal de lares e demais casas de repouso, locais propícios para a estadia de velhos, e não a rodovia, local que proporciona a produtividade da população ativa motorizada.

O n.º 1 do art.º 99.º do Código da Estrada não podia ser mais explícito referindo que "os peões devem transitar pelos passeios" e em casos muitos excecionais, podem de acordo com n.º 2 do mesmo art.º 99.º não fazê-lo, referindo-se todavia que "os peões podem, no entanto, transitar pela faixa de rodagem, com prudência e por forma a não prejudicar o trânsito de veículos". A grande maioria dos velhos, viola assim cumulativamente dois normativos jurídicos, os números 1.º e 2.º do art.º 99.º do Código da Estrada, ou seja, não só não circulam pelo passeio, como em acréscimo quando circulam na faixa de rodagem, devido à sua inerente lentidão e falta de mobilidade, prejudicam o trânsito de veículos. Assim, vimos por este meio fazer um repto à velharia de Portugal para que vos deixais estar no local do qual nunca deveríeis ter saído pois sois um empecilho no normal funcionamento do trânsito, e o local onde deveis estar é em casa ou num lar.

Haja decência e respeito perante aqueles que precisam do carro para trabalhar! E depois, não se admirem se forem atropelados. As estatísticas falam por si!

P'la ACETAP - Associação dos Condutores que Estacionam Alegremente no Passeio
José Preguiçoso da Silva Egoísta Indecência

Estacionamento Abusivo

Recebido por e-mail:
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Ex.mos Srs.,

Esta manhã, a INCM terá atingido um novo patamar na falta de decência e completa ausência de vergonha! Estavam 3 veículos (três!) na rua com o vosso nome, ocupando o passeio. Dois dos veículos, claramente ao vosso serviço, OCUPANDO A TOTALIDADE DO PASSEIO, sem qualquer possibilidade de passagem para o peão! Esta situaçao acontece de forma SISTEMÁTICA!

JÁ CHEGA! O peão não tem de arcar com os vossos problemas de cargas e descargas! A INCM tem nesta rua duas entradas para cargas e descargas. Se têm um problema que os vossos veículos não entram totalmente nestes espaços, RESOLVAM-NO! Se precisam de espaço para efectuar a manobra, ORGANIZEM-SE para que não existam veículos que impeçam as entradas! Se ainda assim não for possível, coloquem umas guardas para separar o tráfego pedonal do automóvel. As soluções existem e são diversas. Apenas precisam que V.Exas tomem uma atitude de resolução do problema. Como está, é TOTALMENTE INACEITÁVEL!!!

Estamos em 2016! Queremos vender a nossa cidade como moderna, civilizada! Como um local de excelência para visitar. Como um local de excelência para investir! Como se explica e convence alguém quando existem instituições que são a antítese do que pretendemos vender e mostrar? Com a INCM, aqui acompanhada pela Fonte Viva e pela Bamer, não se explica certamente!

Segue abaixo um extracto do "Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa" datado de Julho de 2013 e disponível no 'site' da CML. Transcreve-se em particular o parágrafo referente a "estacionamento ilegal" na página 185, Vol. 2, referente a 'Via Pública':

"A permissividade relativamente ao estacionamento ilegal sobre as passadeiras, na área da faixa de rodagem que as antecede e na área adjacente do passeio causa inúmeras situações de perigo, colocando em situação de especial desvantagem as crianças e os peões com deficiência visual ou motora. Além disso, danifica os pavimentos (aumentando o risco de queda para cima da faixa de rodagem) e tem levado à instalação de pilaretes no enfiamento da passadeira (que são, quando muito, um mal necessário e dispendioso)." Serve para a vossa reflexão.

E para que não restem dúvidas, seguem anexas as fotos desta manhã. Sem mais,

*leitor identificado*

"Dona Estefânia, podia por favor desamparar-nos a passadeira?"

Continua o espetáculo da ocupação das passadeiras em frente ao maior hospital pediátrico do país. Inqualificável!




PARABÉNS Portugal! Somos campeões no estacionamento selvagem!

De acordo com a aplicação towit (hiperligação), que faz o registo do estacionamento ilegal no mundo, registo esse naturalmente participado pelos cidadãos e utilizadores da referida aplicação, numa lista com vários países do mundo, a nação dos Lusos aparece destacada em primeiro lugar com 2574 pontos, ou melhor dizendo, ocorrências. Com prestações tão medíocres nos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, valha-nos ao menos estas notícias, para nos colocar novamente no Magno Pódio dos Egrégios.
 
PORTUGAL, A BATER O MUNDO DESDE 1143

O ilegal continua legalizado, no espaço pedonal

Exmo. Sr. Ministro da Defesa Nacional Dr. Azeredo Lopes
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina
Exmo. Srs. Presidentes da Área Metropolitana de Lisboa e da Assembleia Municipal de Lisboa
Exmo. Sr. Vereador da Mobilidade de Proximidade da CML
Exmo. Sr. Responsável pelo Plano Pedonal de Lisboa,
Exmos. Srs. Vereadores da Assembleia Municipal de Lisboa

Embora a situação que se apresenta nas seguintes fotografias, esteja longe de se enquadrar numa matéria que coloque em causa a defesa nacional, não deixa de ser sintomática, do total desrespeito que a administração central revela pelos mais basilares princípios de um Estado de Direito, mormente, o respeito pela Lei e pelos tratados que Portugal, cujo estado, presuma-se, é pessoa de Bem, ratificou.

De acordo com a Convenção de Viena que aborda as boas práticas na gestão, entre outros, do tráfego pedonal, é claro que jamais se deve legalizar, através de sinalética ou de outras disposições legais, o estacionamento sobre o espaço pedonal. Em acréscimo, o espaço em apreço, de facto e não de jure, continuará a ser sempre um passeio, uma zona exclusivamente concebida e projetada para o tráfego pedonal.

Todavia, se os tratados internacionais não forem suficientemente dissuasores para que V. Exas. tenham piedade perante os peões, entidades que o presente Código da Estrada já define como utilizadores vulneráveis do espaço público, evocamos para o efeito, esperamos que seja o suficiente, a Lei Portuguesa. De acordo com Decreto-Lei 163/2006 de 8 de Agosto, mais especificamente, o anexo com as normas técnicas, na secção 1.2.1., é referido sem ambiguidades que "os passeios adjacentes a vias principais e vias distribuidoras devem ter uma largura livre não inferior a 1,5m".

Estas situações além de serem de facto vergonhosas num país desenvolvido, são em acréscimo ilegais. As situações expostas foram vergonhosamente legalizadas, tendo-se assim tornado numa aberração jurídico-pedonal. Para que os funcionários deste órgão do Estado, que presuma-se, de Direito, possam ter estacionamento à porta do local de trabalho, o próprio Estado incorre numa dupla violação das normas jurídicas, mormente na violação da uma convenção internacional que o Estado Português ratificou, mas também na violação clara, notória e patente da própria legislação nacional.

Fazemos referência, como V. Exas., por certo já podereis ter presumido, ao estacionamento "legalizado" para o Ministério da Defesa Nacional no Campo de Santa Clara, em Lisboa. Este é apenas um de vários outros exemplos aberrantes de uso de espaço público para estacionamento por parte de órgãos do Estado espalhados por todo o país. Haverá justificações de defesa nacional ou de ordem superior para esta decisão, ou estará patente tão-somente, por parte dos funcionários dos órgãos do Estado, um dos pecados capitais de acordo com Evágrio do Ponto, mormente a Preguiça?

A aguardar resposta.
Com os nossos mais cordiais cumprimentos
E nunca vos olvideis, que peões somo-los todos
Passeio Livre

 
 

Estacionamento ilegal e perigoso na Rua da Verónica (freguesia São Vicente)

Recebemos uma mensagem muito completa e bem detalhada, de um dos nossos leitores, mensagem enviada para as autoridades competentes com conhecimento do Passeio Livre, mensagem que publicamos na íntegra ipsis verbis.
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Exmos. Senhores
Polícia Municipal de Lisboa,
Presidente da Junta de Freguesia de São Vicente,

Hoje, dia 14/09/2016, pelas 14h, ao descer a Rua da Verónica (freguesia de São Vicente, Lisboa), observei diversas situações de estacionamento ilegal naquela rua. Venho por este meio reportar-vos essas situações.

Como explico abaixo, algumas das situações são especialmente graves pois põem em risco a segurança e o conforto de quem caminha por aquela rua, o que é especialmente grave tendo em conta que ali existe uma escola.

Para melhor descrever as situações que observei, podem encontrar de seguida: (i) mapa a localizar cada situação (todas ao longo da Rua da Verónica); (ii) descrição textual e fotos tiradas no local.

Situação A (junto à Escola Básica e Secundária Gil Vicente, ver mapa):

Diversos veículos estacionados em zona onde a sinalização indica que o estacionamento é proibido aos dias úteis 9h-19h (excepto tomada e largada de passageiros). Todos os veículos lá estacionados estavam vazios e desligados, logo certamente não seriam situações de tomada/largada de passageiros.

Esta situação obriga a que encarregados de educação que precisem realmente de tomar/largar alunos não o consigam fazer.


Situação B (junto à Escola Básica e Secundária Gil Vicente, ver mapa):

Diversos veículos ocupando uma porção substancial da zona de passeio pedonal localizada junto à entrada da escola, numa clara contra-ordenação do Artigo 49º do Código da Estrada.


Situação C (junto à Escola Básica e Secundária Gil Vicente, ver mapa):

Veículos estacionados em cima do passeio, obstruindo o direito dos peões a usar o passeio, numa clara contra-ordenação do Artigo 49º do Código da Estrada.

Esta situação obriga os peões a desviarem-se e a circularem pelo asfalto, pondo em risco a sua segurança.



Situação D (R. Verónica, junto ao Campo de Santa Clara, ver mapa):

Tal como na situação D, vários veículos estacionados em cima do passeio, obstruindo o direito dos peões a usar o passeio, numa clara contra-ordenação do Artigo 49º do Código da Estrada.

Esta situação obriga os peões a desviarem-se e a circularem pelo asfalto, pondo em risco a sua segurança.


Observo também que, de acordo com o Artigo 164º do Código da Estrada, as últimas 3 situações acima são passíveis de bloqueamento e remoção.

Estou certo que concordam que as 4 situações acima são especialmente graves, pois põem em risco a segurança dos cidadãos e o seu direito ao usufruto do espaço público.

Independentemente das dificuldades de estacionamento legal na freguesia, estas situações não são, por isso, justificáveis; nem devem, à luz da legislação da República Portuguesa, ser toleradas.

Como cidadão de Lisboa e utente regular daquela rua, solicito-vos que actuem em conformidade para que estas situações deixem de se verificar.

Agradecendo desde já a vossa valiosa atenção,

Melhores cumprimentos,

***Cidadão identificado***

Selvajaria na R. Andrade Corvo

Foi para isto que a Câmara Municipal de Lisboa andou a rebaixar passeios na Rua Andrade Corvo: para facilitar a selvajaria no espaço pedonal.

Pastel de Lata em Belém


Sem palavras. Realmente, há Portugueses, como este que estacionou esta lata em Belém sobre o passeio, que mereciam um prémio!

Colégio Cesário Verde, a proposta do CDS-Lisboa

Há cerca de três anos fizemos uma publicação (hiperligação) sobre o estacionamento abusivo em frente ao Colégio Cesário Verde, publicação essa que teve um elevado número de visualizações e comentários, por parte de pais e residentes do local.


Recebemos em relação a essa matéria, um email do Grupo Municipal do CDS Lisboa, referindo que a sua proposta para a solução do problema havia sido chumbada pelo grupo parlamentar do PS (ver mail infra).

O Passeio Livre em princípio opõe-se a qualquer solução que vise diminuir a qualidade ou o espaço alocado ao peão. Não fica totalmente claro pela proposta se o passeio seria reduzido para dar lugar a estacionamento, ou se o espaço para o estacionamento iria ser retirado ao já enorme espaço alocado ao automóvel nas três vias rodoviárias adjacentes. Não nos parece por conseguinte justo, que tendo o automóvel já direito a um enorme espaço público na Av. Infante D. Henrique, com seis vias rodoviárias exclusivas, ainda se retire em acréscimo mais espaço ao peão, para alocar em acréscimo mais carros, desta vez estacionados.

A solução que o Passeio Livre aceitaria ver realizada, seria a regulamentação do estacionamento para largada e tomada de passageiros, mas fazendo uso do espaço alocado ao automóvel nas três vias de circulação rodoviária adjacentes, ou seja, naquela zona em vez das três vias rodoviárias, estariam apenas duas; aliás seria assim que tal se deveria proceder no cumprimento do Código da Estrada, mesmo sem qualquer alteração estrutural na configuração da rodovia ou do passeio. As imagens de satélite dos mapas do Google clarificam a nossa posição.

Esta primeira imagem é a imagem atual. Repare-se na discrepância do espaço alocado e no facto de a avenida ser uma autêntica via rápida no meio da cidade, criando insegurança e ruído. A zona a "verde" não é de facto verde, pois como se pode ver pela imagem acima, o referido passeio está repleto de carros ilegalmente estacionados.


Tendo o CDS em Lisboa uma visão marcadamente autofílica, era uma solução similar à imagem seguinte, parece-nos, que o CDS apresentava para a referida zona:


Numa cidade já dominada pelo automóvel onde a distribuição do espaço público entre os diversos modos, é deveras iníquia, não podemos por conseguinte subscrever tal eventual solução, nem podemos aceitar o argumento do "mal menor", pois é esse tipo de argumento que tem usado a edilidade para por exemplo legalizar o estacionamento sobre o espaço pedonal.

Passeio Livre
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Exmos. Senhores

remeto para vosso conhecimento a recomendação apresentada pelo CDS na Assembleia Municipal de Lisboa, em 19 de Julho e que foi recusada com a seguinte votação:

A favor: CDS, PCP, PEV, BE, MPT, PSD e PAN. | Abstenção: IND. e PNPN | Contra: PS

Toda a informação pode ser consultada em http://www.am-lisboa.pt/503000/1/005393,000238/index.htm

Com os cumprimentos de
Júlio Sequeira

Assessor do Grupo Municipal
do CDS-PP na AML

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Por uma solução de mobilidade e de segurança junto ao Colégio Cesário Verde

O Colégio Cesário Verde, sito na Av. Infante D. Henrique, não possui nenhum espaço que permita a largada e recolha dos alunos que se deslocam em viatura particular.

A Av. Infante D. Henrique possui três faixas de rodagem que intersectam com outras artérias de elevada carga viária, nomeadamente a ligação á Avenida Marechal Gomes da Costa, Avenida Marechal António de Spínola e todo o trânsito em direcção a uma das saídas Norte da cidade de Lisboa.

Diariamente, verifica-se o congestionamento de tráfego e ocupação da faixa de rodagem por pais e encarregados de educação, na necessidade de deixar ou recolher os alunos do referido estacionamento e, simultaneamente, a ocupação abusiva do passeio público seja no período referido mas que se estende, também, durante o dia.

Tendo em conta que se trata de um estabelecimento com um número considerável de alunos e com a proximidade de uma via com bastante tráfego, importa encontrar uma solução viária que permita a normal circulação de peões no passeio e um espaço dedicado à tomada e largada de passageiros que garanta o cumprimento das condições mínimas de segurança.

Tal medida irá contribuir para a desocupação de uma das faixas de rodagem, a livre circulação de peões utilizada diariamente por moradores e trabalhadores da zona, bem como a segurança que se exige junto a estabelecimentos de ensino.

Nesse sentido, o Grupo Municipal do CDS-PP propõe à Assembleia Municipal de Lisboa que recomende à Câmara Municipal de Lisboa que:

Apresente uma solução de mobilidade e acessibilidades que garanta:

  • A criação de uma zona de tomada e largada de alunos em frente ao Colégio Cesário Verde;
  • A reconfiguração do passeio existente garantindo a plena acessibilidade e mobilidade dos cidadãos;
  • A instalação de sinalética vertical e horizontal informativa de aproximação de estabelecimento escolar;
  • A avaliação e estudo da implementação de estacionamento em longitudinal e colocação de pilaretes no troço da Av. Infante D. Henrique compreendido entre o cruzamento com a Av. Marechal Gomes da Costa e com a rotunda na extremidade oposta.

Lisboa, 14 de Julho de 2016
O Grupo Municipal do CDS-PP

Diogo Moura

Insólito na Rua Maria Pia em Lisboa

Recebido por mail:
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Boa tarde

Venho seguindo o vosso blogue desde há uns tempos e hoje resolvi enviar-vos uma notícia que, sendo insólita no local onde resido, penso valer a pena divulgá-la pois algo estará para acontecer dado que, em 17 anos que resido neste troço da Rua Maria Pia em Lisboa, NUNCA ele esteve como as imagens demonstram, ou seja, PASSEIOS LIVRES de latas de 4 rodas para os peões PUDEREM livremente CIRCULAR PELO ESPAÇO QUE FOI CONCEBIDO apenas para eles E NÃO PARA SERVIREM DE GARAGENS PRIVATIVAS 24 HORAS POR DIA. Mas tenho a impressão que esta situação não vai durar muito.

A continuação do vosso excelente trabalho.

***Leitor identificado***