Av. 25 de Abril, Portimão
Boa tarde, equipa do PL.
Esta imagem (Av. 25 de Abril, Portimão) é dedicada, principalmente, a todos os que ficam muito ofendidos e indignados por verem as suas viaturas "vandalizadas" com o autocolante, quando estacionadas sobre os passeios. Reparem que o condutor não se contentou em estacionar apenas sobre a passadeira: teve que ocupar boa parte do passeio. Reparem também na distância a que os outros 2 carros vermelhos estacionaram da passadeira.
Aproveito para chamar a atenção de quem olhar para a foto, para reparar no respeito que as autoridades responsáveis pelo urbanismo têm pelos direitos do peão: reparem como a largura do passeio está completamente ocupada nestes poucos metros, por um candeeiro de iluminação pública, um candeeiro de iluminação da passadeira (sem luz, claro), uma papeleira, uma caixa da EDP, uma cabine telefónica, um sinal de passadeira (virado para o lado oposto) e uma caixa dos serviços de telecomunicações.
Depois, para ajudar à festa, apareceu este "condutor" que achou que ali, em cima do passeio e da passadeira, era o melhor lugar para estacionar o seu veículo! Agora digam lá se não somos um povo civilizadíssimo!
Com os melhores cumprimentos,
***Leitor identificado***
Fica a pergunta do PL: E porque não começar a colocar e instalar um candeeiro de iluminação, uma papeleira, uma caixa da EDP, uma cabina telefónica, um sinal de passadeira (virado para o lado oposto) e uma caixa dos serviços de telecomunicações no MEIO DA ESTRADA!?
Caos na Rua do Seminário - Telheiras/Luz, Lisboa
Boa tarde,
Acho que não vale a pena descrever - as imagens falam por si. O estacionamento caótico é um cenário frequente, e com as obras na Escola Sec. Vergílio Ferreira, ainda piorou mais. Isto para não falar nos passeios mal dimensionados (em que parte está destruída), nos pilaretes mal colocados, postes no meio, etc...
***Leitor identificado***
Acho que não vale a pena descrever - as imagens falam por si. O estacionamento caótico é um cenário frequente, e com as obras na Escola Sec. Vergílio Ferreira, ainda piorou mais. Isto para não falar nos passeios mal dimensionados (em que parte está destruída), nos pilaretes mal colocados, postes no meio, etc...
***Leitor identificado***
Passadeira na praça das novas nações
Um leitor nosso pergunta:
"É impressão minha, ou pintaram a passadeira com o "recorte" dos carros que lá estavam estacionados?"
A saga das "Escolas" de Condução continua....
Os bons exemplos vêm sempre de quem ensina....
Rua de Gustavo de Matos Sequeira, ao Princípe Real
Rua de Gustavo de Matos Sequeira, ao Princípe Real... este cenário digno de um Planet of the Apes pode ser observado diariamente em zona "gerida" pela EMEL, uma Empresa Municipal de Gestão do Estacionamento em Lisboa! E se em vez de estarem centrados na "gestão" (e má!) dos pópós de uma minoria de munícipes a EMEL tivesse como preocupação central o garantir a MOBILIDADE pedonal de TODOS os cidadãos?
Rua da Padaria e Rua dos Bacalhoeiros em Lisboa
Contribuição recebida por email:
Uma grande parte dos passeios da freguesia da Sé não têm largura suficiente para a circulação pedonal (basta pensar na Travessa de Santo António da Sé com passeios de 20cm!); muitos outros, apesar da largura mínima para permitir a circulação dos peões, estão quase sempre indevidamente ocupados por carros e/ou caixotes do lixo - como podem ver pelas imagens da Rua da Padaria.
Como é possível atrair novos residentes, famílias jovens como a minha com bébés, se os passeios dos arruamentos são tratados assim? É um desespero descer/subir com um carrinho de bébé a Rua da Padaria! São caixotes do lixo, espelhos retrovisores a dificultar a passagem com carrinhos de bébé ou sacos de compras, são sacos de lixo, móveis abandonados, etc. Por onde devo circular? No meio da faixa de rodagem? E quando chegamos à Rua dos Bacalhoeiros é outra cruz! Não era suposto existir ali uma rua pedonal? Mas o que vemos? Passeios minusculos e estacionamento em segunda e até terceira fila!
Alguns dos arruamentos da Sé deviam ter apenas serventia pedonal. Noutros casos já se deviam ter suprimido lugares de estacionamento para criar passeios que cumprem com a largura mínima de lei.
Com os melhores cumprimentos,
***Leitor identificado***
Como é possível atrair novos residentes, famílias jovens como a minha com bébés, se os passeios dos arruamentos são tratados assim? É um desespero descer/subir com um carrinho de bébé a Rua da Padaria! São caixotes do lixo, espelhos retrovisores a dificultar a passagem com carrinhos de bébé ou sacos de compras, são sacos de lixo, móveis abandonados, etc. Por onde devo circular? No meio da faixa de rodagem? E quando chegamos à Rua dos Bacalhoeiros é outra cruz! Não era suposto existir ali uma rua pedonal? Mas o que vemos? Passeios minusculos e estacionamento em segunda e até terceira fila!
Alguns dos arruamentos da Sé deviam ter apenas serventia pedonal. Noutros casos já se deviam ter suprimido lugares de estacionamento para criar passeios que cumprem com a largura mínima de lei.
Com os melhores cumprimentos,
***Leitor identificado***
Bairro EMEL: Santa Catarina
Contribuição recebida por email:
"Porque razão os arruamentos dos bairros históricos geridos pela EMEL se encontram com passeios cronicamente invadidos por estacionamento? Perto destas ruas de Santa Catarina já existe um silo para automóveis (Calçada do Combro) no entanto os passeios estão diariamente assim como se vê nas imagens. A EMEL denuncia estar mais preocupada com as entradas e saídas de carros no bairro do que com a qualidade da mobilidade pedonal. Não fazem fiscalização - é o deixa andar. «Prioridade às Pessoas» afirma o slogan da EMEL nas entradas do bairro... Mas o que os peões sentem no seu dia a dia ainda é a clássica prioridade aos carros. Não se percebe a lógica da "Cidade Emel"."
Junto ao Pingo Doce da Bela Vista, Lisboa
Será esta atitude endémica?
O que é que há no sangue dos automobilistas portugueses que os torna desrespeitadores perante o próximo?
RFM, só grandes músicas!!!
Como os moscovitas estão a combater o estacionamento ilegal...
Na Rússia, onde o estacionamento ilegal é trágico, e comparável ao caso de Portugal, um jornal russo mais sóbrio, decidiu desenvolver uma aplicação para dispositivos móveis, como iPhone, BlackBerry, Android ou Symbian, para combater o estacionamento ilegal.
A técnica é extremamente interessante:
- perante um infrator, o peão tira uma fotografia ao veículo e à matrícula do carro mal estacionado,
- através de processamento de imagem e OCR, o software deteta a cor do veículo, a marca e o modelo, assim como a matrícula,
- é registado, através de GPS do dispositivo móvel, o local exato onde o infrator estacionou o veículo,
- é carregada toda essa informação (foto, matrícula, cor, modelo, local) para um servidor central da aplicação
- quando outro alguém daquela zona ou área aceder à Internet (é possível detetar a área ou zona através do endereço IP), por exemplo um vizinho, irá aparecer um banner publicitário ou uma janela pop-up, na página de Internet, com a foto do veículo infrator, com o local e com os respetivos dados.
- o banner só desaparece, quando o utilizador partilhar essa informação nas suas redes sociais.
- as fotos e os dados dos infratores aparecerão também no dito jornal no dia seguinte
Esta técnica tem muito sucesso em Moscovo, uma cidade que se tem debruçados com graves problemas de estacionamento ilegal, onde as autoridades são várias vezes acusadas de corrupção e conivência, e com graves situações de sinistralidade, com grande prevalência em atropelamentos em meios urbanos sobre peões mais vulneráveis.
A malta do "Estamos a trabalhar!"
A Av. da Igreja, em Lisboa (bem assim como algumas das suas transversais), até costuma ser vigiada pela EMEL que, embora com as limitações conhecidas, lá vai fazendo alguma coisa - entre multas e bloqueios mais ou menos arbitrários.
A excepção é - já se sabe - a malta do "Estamos a trabalhar!".
A imagem mostra uma situação dessas, com um casal de estrangeiros a contactar com tão bizarra forma de impunidade garantida.
Seguidores do PL, a comunidade PRECISA de VÓS
PASSEIOS DA AV. INFANTE D. HENRIQUE
DO LADO DO RIO EM FRENTE À ALFÂNDEGA
DO LADO DO RIO EM FRENTE À ALFÂNDEGA
ANTES ERA ASSIM:
APÓS A PRESSÃO DO PL JUNTO DA CML
FELIZMENTE QUE FICOU ASSIM:
E TUDO GRAÇAS A DOIS PILARETES
QUE A CML INSTALOU QUE OS FDP
QUE A CML INSTALOU QUE OS FDP
ESTÃO A TENTAR DERRUBAR:
Ajudem-nos POR FAVOR,
vamos proteger este passeio!!!!
vamos proteger este passeio!!!!
Envie um mail para a CML, para a EMEL e para a Polícia Municipal:
pm@cm-lisboa.pt, info@emel.pt, dmpcst@cm-lisboa.pt
Pode usar este modelo:
Exmo Srs. da CML
Venho por este meio agradecer-vos por terem instalado no passeio do lado do rio, na av. Infante D. Henrique, em frente à Alfândega, dois pilaretes que se revelaram fundamentais contra a usurpação dos passeios por parte dos automóveis.
Todavia esses dois pilaretes foram vandalizados e estão em vias de ser derrubados. Rogo a V. Exas. que voltem a colocar os pilaretes como haviam sido implementados originalmente, pois têm-se revelado muito importantes na defesa do peão e dos munícipes com mobilidade reduzida.
Pedimos também que coloquem apenas mais dois pilaretes no último troço de passeio, que está em manifesto mau estado devido ao estacionamento abusvio. É comum os veículos automóveis circularem livremente neste troço de passeio que se situa mais junto à estação de Sta. Apolónia.
Vejam as fotos e o vídeo na seguinte hiper-ligação:
http://www.passeiolivre.org/2012/11/avInfhenrique.html
Muito obrigado
***Nome ***
____
PS: FDP significa apenas Fanáticos Dos Popós
A CONIVÊNCIA GRITANTE da EMEL
Esta é a postura de alguns dos fiscais da EMEL em relação ao estacionamento ilegal: "vira as costas".
Imagem na Av. dos EUA, esquina com a Rua de Entrecampos, famosa por um dos passeios (semi-destruido) ser estacionamento grátis e o lado oposto da rua, exploração da EMEL, bastante fiscalizado. As coerências do costume na justiça portuguesa...
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